domingo, 11 de julho de 2010

Galeria Uffizi - Florença

A Galeria Uffizi foi inaugurada em 1580, em Florença, na Itália, e é um dos museus de pintura e escultura mais famosos e antigos do mundo. A coleção de arte Primitiva e da Renascença compreende obras-primas aclamadas, incluindo trabalhos de Giotto, Piero della Francesca, Fra Angelico, Botticelli, Leonardo da Vinci, Raphael, Michelangelo e Caravaggio. O acervo de obras de mestres alemães, holandeses e flamengos é composto por pinturas de Dürer, Rembrandt e Rubens.




A história da Galeria Uffizi está intimamente relacionada com a história da família Medici. Quando Cosimo 1º de Medici chegou ao poder em 1537, com apenas 18 anos, ele demonstrou extraordinárias habilidades políticas e militares, e logo se tornou senhor de quase toda a Toscana. Para destacar o centro do Estado, ele decidiu promover um imponente desenvolvimento urbano em Florença.

Cosimo pediu a Giorgio Vasari, um dos principais pintores e arquitetos da época, que construísse um edifício para sediar os escritórios administrativos da Toscana, chamados ofícios (uffizi). No andar superior do edifício, o Grão Duque Francesco I criou a Galeria Uffizi, que foi enriquecida por vários membros da família Medici, grandes colecionadores de pinturas, esculturas e obras de arte.

A construção é cheia de detalhes que mostram a riqueza dos Medici. Para facilitar o trânsito entre sua residência, Palazzo Pitti, e a galeria, os Medici construíram um corredor ligando os dois terrenos, passando por cima do rio Arno e por dentro de vários outros prédios. O Corredor Vasariano, como ficou conhecido, era um indicador do prestígio da família Medici, que construiu sua própria maneira de chegar ao centro administrativo do ducado sem precisar de escolta para se deslocar.

Com o fim da dinastia Medici no século XVIII, a coleção foi doada para Florença e sua exibição foi reorganizada pelos duques de Lorraine, que passaram a governar a Toscana, e depois pelo próprio Estado italiano.


O Museu

Giorgio Vasari era um pintor e arquiteto que tinha como mecenas a família Medici. Cosimo I de Medici pediu a ele que construísse, numa área residencial da cidade, um edifício para sediar o governo da Toscana. O prédio, em formato de ferradura, é formado por duas longas alas paralelas interligadas por uma pequena área que beira o rio Arno.

Em 1583, um dos terraços da Galeria foi transformado em um jardim suspenso, onde a corte se reunia no fim da tarde para escutar música. Atualmente, o jardim não existe mais e a galeria passou por uma série de mudanças.

O Grão Duque Cosimo III expandiu o edifício no século XVIII, abrindo galerias para autorretratos, porcelana, medalhas e bronzes. O museu também tinha uma ala dedicada à história natural, onde eram exibidos animais empalhados, múmias, ovos de avestruz e chifres de rinoceronte. No fim do século XVIII, uma reorganização foi promovida de acordo com critérios iluministas e a parte relacionada à ciência foi separada da parte artística.

Em 1737, a dinastia dos Medici terminou, mas Anna Maria de Médici, última representante da família, garantiu que as obras passariam a pertencer à cidade de Florença.

Na segunda metade do século XIX, a tendência em transformar Uffizi em uma galeria de pinturas se acentuou: muitas esculturas renascentistas foram transferidas para o Museu Nacional de Bargello e as esculturas etruscas foram para o Museu Arqueológico.

Em 1993 um carro bomba causou danos sérios em várias alas da galeria, prejudicando também o Corredor Vasariano. Em 1998 foi realizado um concurso para reformar a galeria e nos próximos anos pretende-se realizar uma expansão para que ela passe a ocupar todo o primeiro andar de Uffizi. A área de exibição passará de 5,4 mil para mais de 12 mil metros quadrados. Com isso, espera-se que o número de visitantes, que chega a 4.000 pessoas por dia passe para cerca 7.500. O número de obras expostas também vai aumentar, passando de 1.200 para 2.000. Estima-se que a reforma custe 25 milhões de euros.



Obras
"O Nascimento de Vênus" , de Sandro Botticelli, é um dos quadros mais famosos da Galeria Uffizi. Foi feito sob encomenda da família Medici e retrata o nascimento de Afrodite, a deusa do amor, também chamada Vênus. O quadro foi realizado de acordo a lenda da mitologia grega, que narra que Vênus nasceu do mar, sob uma chuva de rosas, e foi impelida para a praia em uma concha, cercada pelas Horas ou Ninfas, que são deuses do vento. O quadro retrata o momento em que a concha toca a areia e uma das Horas estende um manto de púrpura para a bela Vênus, idealização da beleza, da pureza e do amor.

A composição é muito bem-sucedida e harmoniosa e é tão grande a admiração que a Vênus desperta que é difícil perceber que o seu pescoço tem um comprimento incomum, que os ombros têm um caimento improvável e que o braço esquerdo se liga ao corpo de uma maneira não tão realista. Talvez essas pequenas diferenças com relação ao padrão reforcem a harmonia e a beleza do conjunto.

Na época em que o quadro foi pintado, as pessoas conheciam muito pouco sobre a mitologia grega. A tela de Boticelli estava contando uma história nova, sobre o surgimento do amor no mundo, em toda a sua magia, mas sem deixar de lado o realismo.

  • Cimabue (Maestà)
  • Duccio (Maestà)
  • Giotto (A Madonna de Ognissanti, Badia Polyptych)
  • Simone Martini (A Anunciação)
  • Paolo Uccello (A batalha de San Romano)
  • Piero della Francesca (Díptico do Duque Federico da Montefeltro e Duquesa Battista Sforza de Urbino)
  • Fra Filippo Lippi (Madonna com Menino e Dois Anjos)
  • Sandro Botticelli (Primavera, O Nascimento de Vênus, A Adoração dos Magos entre outros)
  • Hugo van der Goes (O Tríptico de Portinari )
  • Leonardo da Vinci (O Baptismo de Cristo, A Anunciação, A Adoração dos Magos)
  • Piero di Cosimo (Perseus liberando Andromeda)
  • Albrecht Dürer (A Adoração dos Magos)
  • Michelangelo (The Doni Tondo)
  • Rafael (Madonna de Goldfinch, Papa Leão X com os cardeais Giulio de' Medici e Luigi de' Rossi)
  • Tiziano (Flora, A Vénus de Urbino)
  • Parmigianino (A Madonna do pescoço longo)
  • Caravaggio (Baco, O Sacrifício de Isaac, Medusa)
  • Andrea Mantegna Triptico com a Adoração dos Magos, Circuncisão e Ascensão
  • Antônio de Correggio Adoração do Menino, Repouso na fuga ao Egito, Glória da Madona



A Galeria Uffizi é dividida em salas ou ambientes, cerca de cinqüenta, nomeadas geralmente pelo artista mais importante exposto. São salas dedicadas aos maiores artistas do Renascimento, como Leonardo da Vinci e Rafael, salas com arte clássica da Roma antiga, uma grande coleção de quadros de Botticelli com suas incomparáveis 'Primavera' e 'O Nascimento de Venus' e obras dos maiores artistas do mundo como Michelangelo, Tiziano, Durer ou Rubens. A Galeria hoje em dia é uma das maiores atrações turísticas de Florença e um dos mais importantes museus do mundo.


Fonte: Coleção Folha Grandes Museus e Wikipédia

Leia Mais…

sábado, 10 de julho de 2010

Margarida de Sabóia, rainha da Itália

Margarida de Sabóia (Margherita Maria Teresa Giovanna di Savoia) nasceu em Turim em 20 de novembro de 1851 e faleceu em Bordighera a 4 de janeiro de 1926. Foi entre 1878 e 1900, rainha consorte do Reino da Itália, esposa do rei Umberto I de Itália, o segundo soberano da Itália unificada.

Margarida era filha de Fernando de Sabóia e de Maria Isabel da Saxônia, sendo prima de Umberto, com quem casou aos 16 anos. O casamento de Margarida e Umberto foi um acaso. O pai de Umberto, Vítor Emanuel II da Itália, já acertara o casamento do filho com Matilde Habsburgo-Lorena (1849-1867), filha de Alberto Frederico, arquiduque da Áustria. Porém, Matilde morreu queimada em 1867 num acidente.


Curiosidade
Em 1889, o pizzaiolo Raffaele Esposito, da casa Brandi de Nápoles, foi chamado para preparar uma pizza especial em homenagem ao rei Umberto I e à rainha Margarida. Raffaele apresentou três opções de pizza e Margarida escolheu uma receita que usava as cores da bandeira italiana (verde, vermelho e branco). A rainha gostou muito da pizza e Raffaele pediu a sua permissão para dar a essa pizza o nome Margherita, nome pelo qual a pizza é conhecida até hoje.


Fonte: Wikipédia

Leia Mais…

A casa de Sabóia - Itália


A Casa de Sabóia é uma família nobre européia e foi uma dinastia soberana, a família real de Sabóia (uma região que englobava partes do atual Piemonte, na Itália, e da atual Sabóia na França) e posteriormente, do reino da Sardenha e do reino da Itália. Os Sabóia inicialmente, foram soberanos de um condado a partir do século X, e detinham o título nobiliárquico de conde, sendo elevados a duques de Sabóia em 1416, mas continuaram a governar o mesmo território. Em 1720, Vitor Amadeu II, Duque de Sabóia tornou-se rei da Sardenha assim como a sua descendência. O seu descendente Vitor Emanuel II tornou-se o primeiro rei da Itália unificada em 1861.




O reinado da Casa de Sabóia na Itália terminou em 13 de junho de 1946, com um referendo no qual os italianos escolheram a república como a sua forma de Estado. Segundo a Constituição da república italiana, os descendentes titulares da Casa de Sabóia do sexo masculino ficavam proibidos de entrar na Itália. Só em 2002, essa disposição foi alterada e os membros titulares da família foram autorizados a entrar e permanecer no país.

A família di Savoia foi a proprietária do Santo Sudário entre 1453 e 1983. Habitaram vários palácios, que foram denominados como as antigas residências da Casa de Sabóia.

– As Residências da Casa de Sabóia são um conjunto de palácios italianos que estão classificados como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Entre estes encontram-se:
  • Palazzo Carignano
  • Castello di Govone
  • Palazzo Madama e Casaforte degli Acaja
  • Castello di Moncalieri
  • Castello di Pollenzo
  • Castello Reale di Racconigi
  • Castello di Rivoli
  • Palazzo Reale di Torino
  • Palazzina di caccia di Stupinigi
  • Reggia di Venaria Reale
  • Teatro Regio di Torino


– Foram reis de Itália:
  1. Vitor Emanuel II da Itália (r. 1861-1878)
  2. Humberto I da Itália (r. 1878-1900)
  3. Vitor Emanuel III da Itália (r. 1900-1946)
  4. Humberto II da Itália (r. 1946)



Fonte: Wikipédia

Leia Mais…

sexta-feira, 9 de julho de 2010

A fuga de Luís XVI

Na noite de 20 de junho de 1791, Luís XVI, acompanhado da família, foge do Palácio das Tulherias, em Paris, onde se encontrava desde que fora expulso de Versalhes pelas pressões populares de 1789. Com seus poderes limitados pela Assembleia Constituinte e considerando-se prisioneiro naquele palácio úmido e frio, o rei decide se passar por um certo sr. Durand e dirige-se para Montmédy, praça forte na fronteira da França com os Países Baixos Austríacos (Bélgica).

A viagem, cheia de imprevistos, demora mais que o planejado, e a comitiva se detém no vilarejo de Varennes, onde o rei é reconhecido, obrigado a pernoitar na casa de um merceeiro e, na manhã do dia 22, forçado a voltar a Paris. Esse episódio nada heróico, sem turbulências, manifestações de massa, violência, sangue ou pavor foi, um dia fundamental na Revolução Francesa, um divisor de águas. Até então o rei era respeitado e representado como o protetor do povo contra a tirania dos senhores feudais.

Na verdade a Assembleia estava reunida para elaborar uma nova Constituição que lhe retirava muitos poderes, mas não se pensava em abolir a monarquia. O rei aceitava com relutância essas inovações, mas continuava sendo o "primeiro cidadão". Porém depois da fuga, dos disfarces e das mentiras, e da suspeita de que ele pretendia se unir a forças estrangeiras, tudo mudou.

A viagem de ida e volta a Varennes foi o primeiro passo dado pelo próprio rei para o fim do regime monárquico e para o cadafalso, onde sua cabeça rolaria 19 meses depois em 21 de janeiro de l793.

Essa viagem representa uma fratura na história francesa e teve consequências indeléveis: destruiu a imagem do Luís XVI paternal, lança sobre o monarca a suspeita de traição ao povo, abre espaço para a ideia republicana e renova a turbulência revolucionária que desembocou no Terror.


do livro 'Varennes a morte da realeza' de Mona Ozouf

Leia Mais…

Castelo Bodiam

Um castelo quadrangular localizado no East Sussex, Inglaterra. Foi construido em 1385 por Sir Edward Dalyngrigge, um antigo cavaleiro de Eduardo III, supostamente a pedido de Ricardo II para defender a área circundante, da invasão francesa. Recentes pesquisas sugerem que o castelo foi construido mais para exibição de poder que para defesa efetiva. Existem evidências que suportam esta pesquisa, uma vez que as suas muralhas têm apenas um par de pés de grossura. No seu interior encontrava-se um vasto edifício apalaçado, que viria a ser destruido pelas forças parlamentares em 1664, e do qual restam apenas vestígios.


Arquitetura
Bodiam Castle é completamente rodeado por um fosso alimentado por um manancial de água, com acesso pelo Norte e pelo Sul. O castelo em si tem uma forma retangular, sendo mais longo na direcção Norte-Sul. Possui grandes torres redondas em cada um dos quatro cantos e uma torre quadrada defendendo o centro de cada lado. O poço do castelo fica localizado numa das torres dos cantos e a capela numa outra.
A portaria principal fica localizada no centro da parede Norte do quadrângulo, enquanto que a torre quadrada do Sul possui um portão traseiro. Ambas as portarias tinham longas pontes que permitiam a passagem sobre o fosso. Isto providenciava uma defesa adicional ao portão principal, por obrigar qualquer atacante que se aproximasse pela ponte a expôr-se às setas (e, nesta época, às armas de fogo) dos defensores colocados na torre Noroeste.

No interior das muralhas ficam as ruínas dos edifícios domésticos, que eram provavelmente muito grandes. Para a direita da torre posterior fica o Grande Hall do palácio. A maior parte do interior do castelo foi destruido pelas forças parlamentares durante a Guerra Civil Inglesa, seguindo a sua política de anulação das fortalezas potencialmente ameaçadoras.

Bodiam Castle é um típico castelo do fim da era medieval, nos quais a atenção era colocada no conforto das áreas habitáveis, sendo duvidoso o seu valor como fortificação militar. Apesar de o fosso ser uma boa barreira, as muralhas do castelo são pouco grossas, e tem apenas uma linha de defesa. Quando foi construido, os primeiros canhões já estavam em uso, mas os castelos ainda tinham valor como base para as tropas, mesmo que estivessem de ficar mais vulneráveis ao ataque direto.


História
Na época da sua construção, a Inglaterra e a França combatiam na Guerra dos Cem Anos, que se disputava desde 1337. A costa Sul da Inglaterra, onde Bodiam seria construido, estava em constante ameaça de invasão por parte da França. O castelo defende o curso alto de um rio que era navegável até Rye, nos tempos medievais, quando os níveis do mar eram mais elevados. Nenhuma invasão foi levada a cabo e Bodiam Castle nunca se envolveu num cerco medieval. Ao longo dos séculos, desde que foi construido, o castelo foi possuido por uma sucessão de poderosas famílias do Sussex, incluindo a família Levett, em honra da qual o atual caminho em frente do castelo recebeu o nome. Depois da destruição de 1664, entrou em decadência até o século XX, a ponto de as suas pedras serem saqueadas pelos construtores locais.

No início do século XX, o castelo foi adquirido e restaurado por Lord Curzon, proprietário do Kedleston Hall e antigo Vice-Rei da Índia, que o legou por testamento ao "National Trust for Places of Historic Interest or Natural Beauty" (Instituto Nacional para Locais Históricos ou de Beleza Natural), em 1926.




Fonte: Wikipédia

Leia Mais…

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Murano, Itália


Descrita como uma ilha da Lagoa de Veneza de fato é um arquipélago de sete ilhas menores, das quais duas são artificiais (Sacca Serenella e Sacca San Mattia), unidas por pontes entre si. Tem aproximadamente 5500 habitantes e fica a somente 1 km de Veneza. Murano é um local famoso pelas obras em vidro, particularmente candeeiros. A princípio a ilha prosperou como porto pesqueiro e produção de sal.





Murano foi fundada pelos romanos, e desde o século VI foi habitada por gente procedente de Altino e Oderzo. A principio, a ilha prosperou como porto pesqueiro e graças à produção de sal. Era um centro de comércio. A partir do século XI a cidade começou a decair devido a muitos habitantes se mudarem para Dorsoduro. Tinham um grande poder local, como o de Veneza, desde o século XIII Murano foi governada por venezianos. Contrariamente a outras ilhas da lagoa, Murano cunhava as suas próprias moedas.

Em 1291, todos os cristaleiros de Veneza foram obrigados a mudar-se a Murano devido ao risco de incêndio, porque a esmagadora maioria dos edifícios de Veneza era construída em madeira. Durante o século XIV, as exportações começaram e a ilha ganhou fama, inicialmente pelo fabrico de missangas de cristal e de espelhos. O cristal aventurine foi inventado na ilha e, durante algum tempo, Murano chegou a ser o maior produtor de cristal da Europa. O arquipélago, mais tarde, ficou conhecido pelo fabrico de lustres. Embora tenha havido grande queda durante o século XVIII, a cristalaria continuou a ser a industria mais importante da ilha.

No século XV, a cidade tornou-se popular como lugar de férias dos venezianos, e construiu-se um palácio, mas esta moda extinguiu-se depois. O campo da ilha era conhecido pelas suas árvores de frutas e jardins até ao século XIX, quando começaram a construir-se mais casas.


– As atrações da ilha são:
  • Igreja de Santa Maria e São Donato (imagem ao lado), conhecida pelos seus mosaicos bizantinos do século XII, e porque se diz que alberga os ossos de um dragão que matou São Donato;
  • Igreja de São Pedro Mártir;
  • Palácio da Mula.




As atrações relacionadas com o cristal incluem muitas obras neste material, algumas delas da época medieval, em espaços abertos ao público. Há um Museu do Cristal (Museo Vetrario) que se encontra no Palácio Giustinian.







Fonte: Wikipédia

Leia Mais…

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Francisco II, último imperador do sacro império romano germânico


Francisco I da Áustria ou Francisco I de Habsburgo-Lorena ou Francisco II do Sacro Império Romano Germânico nasceu na Toscana em 12 de fevereiro de 1768 e morreu em Viena a 2 de março de 1835. Foi o último imperador do Sacro Império Romano-Germânico, desintegrado em 1806, em consequência das derrotas austríacas nas guerras Napoleônicas.


Filho primogênito de Leopoldo II (1747-1792), imperador de 1790 a 1792, e de Maria Luísa de Bourbon (1745-1792), infanta de Espanha, filha do rei Carlos III (1716-1788) e da rainha Maria Amália da Saxônia (1724-1760); neto paterno da imperadora Maria Teresa de Habsburgo (1717-1780) chamada Maria Teresa, a Grande, e de seu marido Francisco Estêvão da Lorena (1708-1765) imperador do Sacro Império de 1745 a 1765.

Francisco II nasceu em Florença em 1758, e foi coroado imperador da Áustria em 1792 e em 1806, quando Napoleão pôs termo ao Sacro Império Romano Germânico, passou a ser Francisco I da Áustria. Apesar de sogro de Napoleão, pois com ele aceitou casar sua filha Maria Luísa, aliou-se à Inglaterra e à Rússia contra Napoleão. Unidos, derrotaram Napoleão em 1814 e, após o Congresso de Viena (1815), Francisco recobrou grande parte dos territórios perdidos.



Casamentos e posteridade

Casou-se quatro vezes:

1º Casamento - 6 de janeiro de 1788, com Isabel Guilhermina Luísa de Württemberg (21 de abril de 1767 – 18 de fevereiro de 1790), teve uma filha:
  1. Ludovica (1790-1791), cedo morta.


2º Casamento - 5 de agosto de 1790, com a prima Maria Teresa da Sicília ou do Reino das Duas Sicílias (6 de junho de 1772 – 13 de abril de 1807), filha do rei Fernando I das Duas Sicílias e sua prima (ambos netos da imperatriz Maria Teresa), da qual teve 12 filhos. Apenas sete chegaram à idade adulta:
  1. Maria Luisa de Áustria, nascida em Viena em 1797 e morta em Parma 1847; esposa de Napoleão Bonaparte em 1810, depois do conde Alberto von Neipperg e em 1834 do conde Carlos Renato de Bombelles.
  2. Fernando I da Áustria, seu sucessor, nascido em 1793, imperador da Áustria de 1835 a 1848, que não teve filhos de Maria Ana da Sardenha e abdicou em nome do sobrinho Francisco José I.
  3. Maria Leopoldina, que se casou com Pedro I do Brasil.
  4. Maria Clementina (1798-1881), casada em 1816 com o tio Príncipe Leopoldo de Salerno ou das Duas Sicilias (filho do rei Fernando I das Duas Sicílias).
  5. Maria Carolina (1801-1832), que se casou em 1819 com o rei Frederico Augusto II de Saxe-Coburgo.
  6. Francisco Carlos (1802-1878), casado com Sofia da Baviera, cujo filho se tornaria Francisco José I da Áustria.
  7. Maria Ana (1804-1858) que nunca se casou.


3º Casamento - em 6 de Janeiro de 1808, casou com a prima Maria Ludovica d´Este ou de Áustria-Este (14 de dezembro de 1787 – 7 de abril de 1816)
– sem descendência.


4º Casamento - em 29 de outubro de 1816, casou com Carolina Carlota Augusta da Baviera (8 de fevereiro de 1792 – 9 de fevereiro de 1873)
– sem descendência.


Fonte: Wikipédia

Leia Mais…

Benção


"Que o caminho seja brando a teus pés, O vento sopre leve em teus ombros.Que o sol brilhe cálido sobre tua face, As chuvas caiam serenas em teus campos. E até que eu de novo te veja.... Que Deus te guarde na palma de Sua mão."
(Uma antiga bênção Irlandesa)
 
© 2008 Templates e Acessórios por Elke di Barros