quarta-feira, 17 de junho de 2009

Muralha da China

– A chamada Muralha da China, ou Grande Muralha, estrutura de arquitetura militar construída durante a China Imperial – 

Consiste em diversas muralhas, construídas por várias dinastias ao longo de cerca de dois milênios. No passado, a sua função foi essencialmente defensiva, no presente constitui um símbolo da China e uma atração turística. As suas diferentes partes distribuem-se entre: 

  • o Mar Amarelo (litoral nordeste da China) e 
  • o deserto de Góbi e a Mongólia (a noroeste)


Começou a ser erguida por volta de 220 a.C  por determinação do primeiro imperador chinês, Qin Shihuang. Embora a Dinastia Qin (ou Ch'in) não tenha deixado relatos sobre as técnicas construtivas que empregou e nem sobre o número de trabalhadores envolvidos, sabe-se que a obra aproveitou uma série de fortificações construídas por reinos anteriores, os muros constituídos por grandes blocos de pedra, ligados por argamassa feita de barro. Com aproximadamente 3000 quilômetros de extensão à época, a sua função era a de conter as constantes invasões dos povos ao norte.

Com a morte do imperador Ch'in, iniciou-se na China um período de agitações políticas e de revoltas, e os trabalhos ficaram paralisados. Com a ascensão da Dinastia Han ao poder, por volta de 205 a.C , reiniciou-se o crescimento chinês e os trabalhos na muralha foram retomados ao longo dos séculos até ao seu esplendor na Dinastia Ming, por volta do século XV, quando adquiriu as atuais feições e uma extensão de cerca de 7000 quilômetros, estendendo de: 
  • Shanghai, a leste, 
  • Jiayu, a oeste, 
  • atravessando quatro províncias (Hebei, Shanxi, Shaanxi e Gansu) e 
  • 2 regiões autônomas (Mongólia e Ningxia)

Por volta do século XVI perdeu a sua função estratégica, vindo a ser abandonada. No século XX, na década de 1980, Deng Xiaoping priorizou a Grande Muralha como símbolo da China, estimulando uma grande campanha de restauração de diversos trechos que foi questionada. A requalificação do monumento para o turismo sem normas para o seu adequado uso, aliado à falta de critérios técnicos para a restauração de alguns trechos (como o próximo a Jiayuguan, no oeste do país, onde foi empregado cimento moderno sobre uma estrutura de pedra argamassada, conduzindo ao desabamento de uma torre de 630 anos), gerou várias críticas por parte de preservacionistas, que estimam que cerca de dois terços do total do monumento estejam em ruínas.



Por não se tratar de uma estrutura única, as características da Grande Muralha variam, de acordo com a região: 
  • perto de Beijing, os muros foram construídos com blocos de pedras de calcário; 
  • em outras regiões, podem ser encontrados o granito ou tijolos no aparelho das muralhas; 
  • nas regiões mais ocidentais, de desertos onde os materiais são mais escassos, os muros foram construídos com vários elementos, entre os quais (galhos de plantas enfeixados) 
Em geral os muros apresentam uma largura média de 7 m na base e de 6 m no topo, de uma altura média de 7,5 m. Segundo anunciaram cientistas chineses em abril de 2009, o comprimento total da muralha é de 8.850 km.

Além dos muros, em posição dominante sobre os terrenos, a muralha compreende ainda elementos como portas, torres de vigilância e fortes.

As torres – cujo número é estimado em cerca de 40.000, permitiam a observação da aproximação e movimentação do inimigo. 

As sentinelas – que as guarneciam serviam-se de um sistema de comunicações que empregava bandeiras coloridas, sinais de fumaça e fogos. De planta quadrada, atingiam até 10 m de altura, divididas internamente. No pavimento inferior podiam ser encontrados alojamentos para os soldados, estábulos para os animais e depósitos de armas e suprimentos.

Os fortes – guarneciam posições estratégicas, como espaços entre as montanhas. Eram dotados de escadas para a infantaria e de rampas para a cavalaria, funcionando como bases de operação. Eram dominados por uma torre de planta quadrada, que se elevava a até 12 m de altura, e defendiam grandes portões de madeira.

Principais portas
Dentre suas passagens mais importantes destacam-se:
  • Porta Shanhai (山海關)
  • Porta Juyong (居庸關)
  • Porta Niángzi (娘子關)

Curiosidades
  1. Afirma-se que a Grande Muralha é a única estrutura construída pelo homem a ser vista da lua. Porém não é verdade, leia: Projeto Ockham - A Grande Muralha
  2. Acredita-se que os trabalhos na muralha ocuparam a mão-de-obra de cerca de um milhão de homens (250.000 teriam perecido durante a sua construção), entre soldados, camponeses e cativos.
  3. Calcula-se que a Grande Muralha tenha empregado cerca de trezentos milhões de metros cúbicos de material, o suficiente para erguer 120 pirâmides de Quéops ou um muro de 2 m de altura em torno da Linha do Equador.


Fonte: Wikipédia

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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Catarina de Aragão, a eterna rainha da Inglaterra

Catarina de Aragão – Princesa de Espanha (16 dezembro 1485, Alcalá de Henares — 7 janeiro 1536, Castelo de Kimbolton, Huntingdonshire) foi a primeira rainha consorte de Henrique VIII de Inglaterra. Foi ainda a mãe da rainha Maria I. Catarina, durante a juventude, foi efusivamente aclamada pela beleza e inteligência.

Conversava tanto em seu espanhol nativo, quando em latim, francês e mais tarde o inglês. Quando rainha, seu tempo foi majoritariamente empenhado em obras de caridade, o que lhe conferiu o amor do povo inglês, até hoje, a rainha consorte mais amada por eles. Seu túmulo em Peterborought nunca está sem flores, apesar de passados quase cinco séculos desde sua morte.


Catarina nasceu em Alcalá de Henares e foi a filha mais nova dos reis católicos Fernando II de Aragão e Isabel I de Castela. Em 1501, Catarina casou com Arthur Tudor, Príncipe de Gales, como contratado desde a infância dos dois. O rei Henrique VII , pai de Artur , ofereceu uma grande cerimônia de casamento. O casal foi viver no País de Gales mas pouco tempo depois Arthur morreu repentinamente de malária. Catarina tornou-se viúva aos 16 anos. A sua determinação em ser rainha da Inglaterra a levou a afirmar que o casamento não fora consumado devido a pouca idade de ambos, o que foi a base da dispensa concedida pelo Papa Júlio II para uma nova união. Catarina estava determinada a ficar noiva de Henrique, seu cunhado de apenas 11 anos , e que com a morte do irmão mais velho, seria agora Príncipe de Gales e herdeiro do trono. O rei Henrique VII, porém o achava muito jovem para comprometê-lo, e o noivado teria que lhe render muitos benefícios, o que Catarina não poderia oferecer no momento. A situação de Catarina na Inglaterra ficou complicada, pois seus pais não queriam que ela voltasse para a Espanha sem os direitos de viuvez, o que o rei não concedia por não ter recebido a segunda parte do dote. 

Após um ano da morte de Arthur, Henrique VII ficou viúvo e propôs casamento a Catarina, que primeiramente aceitou, vendo dessa maneira a forma de realizar o seu sonho de ser rainha. Porém, quando soube que seus herdeiros não teriam preferência na coroa sobre Henrique, ela recusou a proposta, o que deixou o rei enfurecido. O rei então promoveu o noivado de Catarina e Henrique VIII, sem nenhuma intenção de honrar o compromisso. Apenas manteria Catarina sem nenhum pretendente. Catarina então passou a viver afastada da corte, empenhando suas jóias para se manter e contando com seu séquito de leais serviçais espanhóis. Após 6 anos, o rei morreu, e surpreendentemente Henrique quis imediatamente se casar com Catarina.

O casamento ocorreu em 11 de junho de 1509 depois da ascensão ao trono de Henrique VIII. Catarina era extremamente popular junto da população, quer como rainha, quer como princesa de Gales. Em 1513 chegou mesmo a servir como regente da coroa durante uma ausência de Henrique VIII que comandava a guerra com a França, sendo vitoriosa na Batalha de Flodden, quando defendeu a Inglaterra da invasão escocesa. 

Após perder alguns filhos, Catarina deu à luz um varão, Henrique, que morreu pouco tempo depois. A sua última gravidez em 1516 resultou numa filha, a futura Maria I de Inglaterra. Depois de Maria, Catarina não voltou a conceber, o que deixou Henrique preocupado com a sucessão. A Guerra das Rosas como consequência de instabilidade dinástica estava ainda bem presente na memória coletiva. Particularmente preocupante para Henrique, um estudioso de questões teológicas, era a afirmação contida no Levítico de que se um homem casar com a mulher do irmão, o casamento será estéril. Convencido de que Catarina teria mentido quanto à consumação do casamento com Arthur, Henrique VIII começou a procurar a anulação do casamento em 1527. Ao mesmo tempo, arrancara de Ana Bolena a promessa de que ela seria sua amante e futura mulher. No Vaticano a tomada de decisão arrastou-se por sete anos. As gestões de Thomas Wolsey não foram bem sucedidas. O Papa Clemente VII não parecia disposto a conceder a anulação por duas razões: 
  1. primeiro esta sempre foi a doutrina da Igreja e o comportamento do papado e depois poderia também ser visto como uma admissão do equívoco da Igreja quando concedera validamente a dispensa do casamento de Catarina com Arthur;
  2. segundo porque Clemente era uma marioneta política nas mãos do Imperador Carlos V, sobrinho de Catarina, a quem não convinha o fim da união.

Cansado de esperar, Henrique separou-se de Catarina em 1531 e em 23 de maio de 1533, o Arcebispo da Cantuária Thomas Cranmer anulou a união sem aprovação do Vaticano. A implementação do Ato de Supremacia e a separação da Igreja Anglicana da Igreja de Roma, consumou a anulação.

Catarina foi separada da filha, a princesa Maria, e exilada da corte para viver na província, embora com todos os privilégios de uma Princesa de Gales. Mas jamais aceitou o divórcio e continuou a assinar a correspondência como 'Catherine the Queen'. Catarina morreu em 7 de Janeiro de 1536, vítima de uma doença prolongada,  foi sepultada na Catedral de Peterborough com as honras de uma Princesa de Gales.



Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre

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sábado, 13 de junho de 2009

Castelos


Um castelo (diminutivo de castro) é uma estrutura arquitetônica de fortificação, com funções defensiva e residencial. De tipo permanente, era geralmente erguido em posição dominante no terreno, próximo a vias de comunicação (terrestres, fluviais ou marítimas), o que facilitava o registo visual das forças inimigas e as comunicações a grandes distâncias.

Embora sejam popularmente associados à Idade Média europeia, estruturas com funções semelhantes vêm sendo empregadas desde a Idade da Pedra por todo o planeta. Como exemplos mais recentes temos os castelos do Japão e as fortificações dos Incas.



Antecedentes na Europa
As origens mais remotas dos castelos no continente europeu são os castros proto-históricos, que à época da expansão romana evoluíram para um reduto ("castellum"), dominado por uma torre de vigilância, cercado por um fosso ("fossa") e por uma muralha ("vallum").

Os castelos, em sua concepção clássica, começaram a surgir no século IX, quer em resposta às incursões Normandas e Magiares ao norte e ao centro, quer às lutas da reconquista cristã na península Ibérica, mas de forma geral como uma manifestação do poder político descentralizado dos senhores feudais. Do século IX ao século XV, milhares de castelos foram erguidos pelo continente. Durante este período os senhores feudais eram a lei e as suas torres, e depois os castelos – a garantia da segurança e da ordem para as populações locais, as suas colheitas e o seu gado. Essa situação manteve-se até ao surgimento da artilharia.

As torres defensivas
Na transição da Alta para a Baixa Idade Média, difundiu-se o emprego de torres defensivas, erguidas em pontos elevados, empregando os materiais mais abundantes em cada região: madeira, taipa e, posteriormente, pedra, em aparelho de menor ou maior perfeição. Típicamente, estas torres apresentavam planta circular ou quadrangular, divididas internamente em até 3 pavimentos que se comunicavam entre si por escadas. De forma geral, o pavimento inferior não apresentava portas, janelas ou quaisquer aberturas, sendo utilizado como depósito, cisterna ou prisão. Em época posterior, este pavimento inferior passou a abrigar o corpo da guarda. O pavimento intermediário conservou a função social e o pavimento superior passou a ser utilizado para a vida privada. No topo, o terraço manteve a função defensiva. Ao abrigo e ao redor destas torres, que combinavam as funções de atalaia, aviso, depósito de víveres e residência senhorial, os habitantes da região iam erguendo as suas residências.

Durante a Baixa Idade Média, este tipo de estrutura foi complementado por uma cerca dos mesmos materiais, normalmente de planta ovalada, adaptada ao terreno, e mais tarde, por fossos. As defesas foram progressivamente sendo aperfeiçoadas e dotadas, externamente, de barbacãs e torres albarrãs, e internamente, de cisternas e poços. O topo dos muros e das torres, também progressivamente, foi recebendo caminhos de ronda (adarves), ameias e merlões, seteiras e troneiras, palanques defensivos e balcões com matacães.

Os castelos "motte and bailey"
Os primeiros castelos na região da atual Grã-Bretanha eram de um tipo conhecido como "motte and bailey". O chamado "motte" constituía-se em um monte de terra, largo e nivelado, normalmente com 50 pés de altura, em cujo topo uma larga torre de madeira era erguida. Abaixo do monte dispunha-se uma área cercada com uma paliçada, também de madeira, envolvida por um fosso inundado, chamada de "bailey". Ao abrigo dessa cerca eram erguidos depósitos, currais e choupanas. Uma ponte dava acesso ao recinto e um estreito caminho dava acesso à torre no alto do monte, último reduto defensivo em caso de ataque.

A partir do século XI, a torre de madeira deu lugar a uma torre (ou torreão) de planta circular, em alvenaria de pedra, e a cerca de madeira, uma muralha também de alvenaria de pedra, ainda envolvida por um fosso inundado. A entrada passou a ser defendida por um portão e uma ponte levadiça.

As Cruzadas
A experiência adquirida à época das Cruzadas conduziu à evolução do traçado dos castelos europeus. As estruturas passaram a desenvolver-se de forma concêntrica, onde uma torre de menagem passava a ser cercada por dois ou mais anéis concêntricos de muralhas. Castelos concêntricos foram então projetados para que uma torre de menagem central fosse cercada por dois ou mais anéis de muralhas. As muralhas passaram a ser reforçadas por torres quadradas e, posteriormente, circulares, menos vulneráveis. Ameias foram dispostas no alto das torres e dos muros, visando a proteção dos defensores.

Os castelos nas Idades Moderna e Contemporânea
Na passagem da Idade Média para a Idade Moderna, registraram-se novos e importantes progressos na arquitetura militar, devido nomeadamente:
  • à introdução da artilharia nos campos de batalha - à medida em que o seu poder de fogo e precisão de tiro se aperfeiçoaram, as altas muralhas perpendiculares foram sendo substituídas por muralhas mais baixas e inclinadas;
  • à centralização do poder monárquico, que retirou parcelas de poder do clero e da nobreza. Um dos caminhos foi o de desmilitarizar os antigos castelos feudais e, desse modo, já no século XIII era necessário pedir a autorização real para erguer um novo castelo ou reforçar um já existente. Ao mesmo tempo, as principais vilas e os burgos, espaços da burguesia em ascensão, passaram a ser fortificados.
Nesse período, muitos castelos foram adaptados às funções de palácios, tendência que se acentuou na passagem para a Idade Contemporânea, quando a evolução dos meios ofensivos conduziu à perda do seu valor estratégico, substituídos pelas fortalezas abaluartadas, melhor adaptadas aos tiros da artilharia.

A construção de um castelo – poderia demorar menos de um ano até mais de vinte para ser concluída. A arquitetura de fortificações, por muitos séculos, constituiu-se em importante atividade econômica, levando a uma grande demanda por mestres-de-obras e grupos de artífices especializados. Na Idade Média, as cidades que pretendiam erguer catedrais tinham que competir por essa mão-de-obra especializada com a nobreza que estava a construir castelos. Um exemplo foi a construção do Castelo Beaumaris, no norte de Gales, iniciada em 1295 e jamais concluída. Em seu auge os trabalhos ocuparam 30 ferreiros, 400 pedreiros e 2000 trabalhadores. O Castelo de Conway, também em Gales, erguido por determinação de Eduardo I de Inglaterra, levou quarenta meses para ser concluído.

– Em sua concepção clássica, um castelo compunha:
  • um pátio ou praça de armas, cercado pelas edificações, adossadas às muralhas
  • topo das muralhas era percorrido por um adarve, protegido por ameias
  • o acesso de entrada era feito pelo Portão de Armas (principal), havendo ainda uma chamada "Porta Falsa", "Poterna" ou "Porta da Traição", prevendo uma eventual retirada dos defensores
  • as muralhas, amparadas ou reforçadas por torres, entre estas últimas, destacava-se a chamada torre de menagem, que se constituía em um pequeno castelo dentro do castelo
  • muralhas e torres eram encimadas por matacães e ameias
  • a defesa era ampliada pela presença de barbacãs e pela abertura de fossos e valas, secos ou inudados, visando a aproximação dos atacantes
  • pontes levadiças
  • uma grade que deslizava nas ombreiras do portão, bloqueando a passagem








Origem: Wikipédia

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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Mântua - Lombardia - Itália

Mântua (em italiano Mantova) é uma comuna italiana da região da Lombardia, província de Mântua, com cerca de 46.372 habitantes. Estende-se por uma área de 63 km², tendo uma densidade populacional de 736 hab/km². É uma grande planície atravessada pelo rio Pó. A região é uma das mais férteis da Itália, sendo intensamente cultivada e densamente povoada. Cidade de origem romana, sendo a terra natal de Virgilio, famoso escritor romano. Foi construída em uma ilha no meio de um lago formado pelo rio Mincio. Mântua ocupa um dos primeiros lugares na Itália em relação à renda per capita e qualidade de vida. A riqueza da região provém da agricultura, graças às terras férteis da planície do Pó. Está a 40km de Verona, 130km de Milão, 150km de Veneza e 100 km de Bolonha.


– Em termos artísticos, é uma das jóias do Renascimento italiano, podendo-se destacar entre seus monumentos:


Monumentos

Palácio Te

Palácio Ducale

Basílica de S. Andrea




_____História______
Mântua surgiu sobre duas pequenas ilhas criadas pelo rio Mincio, o qual circunda a cidade por três lados, tendo os nomes de: 1. Lago Superior 2. Lago do Meio 3. Lago Inferior.

A cidade foi fundada por volta de 2.000 a.C e mais tarde por volta de 600 a.C desenvolveu-se no local uma cidade etrusca, a qual seu nome está relacionado, Mantus – divindidade etrusca.

Passou ao domínio romano, mas sem se tornar um centro importante. Após a queda do Império Romano (476 d.C), a cidade sofreu invasões dos bárbaros, sendo dominadas pelos godos, bizantinos, longobardos e francos. Por volta do ano 1000 passou a ser posse dos Canossa, cuja última representante foi a condessa Matilde, falecida em 1115. Após a sua morte, Mântua tornou-se uma cidade independente, resistindo contra as forças imperiais. Em 1198, Alberto Pitentino controlou o curso do Mincio, criando os quatro lagos que durante séculos constituíram a proteção natural da cidade. Em 1273 Pinamonte Bonacolsi assumiu o poder. Durante seu breve governo, Mântua se enriqueceu de monumentos e palácios. Em 1328, o último dos Bonacolsi foi assassinado durante uma revolução popular e o domínio passou à família Gonzaga. No período 1707-1797, teve um grande desenvolvimento sob o domínio austríaco. Em 1866, Mântua passou a fazer parte do Estado Italiano.

Fonte: Wikipédia e bergamaschi.20m.com

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quinta-feira, 11 de junho de 2009

Carlos VI Imperador do Sacro Império Romano Germânico

  • Carlos nasceu em 1º de outubro de 1685 e morreu em 20 de outubro de 1740, 
  • imperador do Sacro Império Romano de 1711 a 1740,  
  • 2º filho de Leopoldo I da Germânia e de sua 3ª esposa Leonor Madalena de Pfalz-Neuburg 
  • casado com Elisabeth Christine de Brunswick-Wolfenbuttel

Assumiu o trono como Carlos III de Aragão e Castela, sendo coroado em Madri, mas abandonou a pretensão ao assumir o trono austríaco. Não consta na lista de reis espanhóis, pois Filipe duque de Anjou finalmente obteve o trono como Filipe V de Espanha.

Educado por Anton Florian de Liechtenstein, foi o herdeiro dos Habsburgos espanhóis, ramo em extinção. Carlos II da Espanha fez seu herdeiro o duque de Anjou, que subiu ao trono espanhol como Filipe V, violando o contrato. A guerra pela coroa levou à Guerra da Sucessão Espanhola, nos anos finais do século XVII.




____Reinado____
O irmão, imperador José I da Germânia morreu subitamente, Carlos retornou à Austria e assumiu o trono austríaco. Em 1711 foi eleito sacro imperador romano em Frankfurt.  Embora com pouco talento político, em sua monarquia a Áustria atingiu sua maior expansão. Talvez em consequência dos anos que passou na Espanha, introduziu na corte em Viena: 
  • o cerimonial espanhol, ou Spanisches Hofzeremoniell,  
  • constuiu a famosa Escola Espanhola de Equitação, 
  • construiu o Reichskanzlei "chancelaria do Estado"  
  • a Biblioteca Nacional, 
  • agregou também ao palácio de Hofburgo a ala Michaeler. 

Muito do que foi construído em seu reinado são os prédios que hoje mostram em Viena o estilo barroco.

Tinha ambições musicais, quando menino, recebeu lições de Johann Joseph Fux de modo que compunha e tocava cravo e piano e por vezes se animou a reger a orquestra real.

____Sucessão____
Tendo apenas duas filhas e não herdeiros varões, preparou cuidadosamente a «Pragmática Sanção» em 1713, pela qual declarou que seu reino não poderia ser dividido e filhas mulheres poderiam também herdar o trono paterno. Mesmo assim quando morreu teve lugar a Guerra da Sucessão Austríaca. Por fim, a «Pragmática Sanção» predominou e uma filha o sucedeu – Maria Teresa, como Rainha da Hungria e da Boêmia, Arquiduquesa de Áustria embora, sendo mulher, não fosse eleita para o Sacro Império Romano, eleito então Carlos VII da Baviera. Depois de Carlos VII, porém, o marido de Maria Teresa, Francisco da Lorena, foi eleito imperador como Francisco I da Lorena assegurando a continuação da linha dos Habsburgo.


«Pragmática Sanção» é a designação tradicionalmente dada a toda a norma ou disposição legal promulgada de forma solene por um soberano absoluto que disponha sobre aspectos fundamentais do Estado, regulando questões como a sucessão no trono, as matérias de religião de Estado e outras. Na história do Sacro Império Romano-Germânico refere-se mais especificamente a um édito emitido pelo Imperador.

Origem: Wikipédia

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quarta-feira, 10 de junho de 2009

A loucura dos reis – Pantomima dinamarquesa




Cristiano VII – Copenhague, 29 de janeiro de 1749 - Rendsburg, 13 de março de 1808, foi rei da Dinamarca e da Noruega de 1766 a 1808. Era o segundo filho de Frederico V da Dinamarca e da Noruega e de sua primeira esposa Luísa da Grã-Bretanha. Casou-se em 1 de outubro de 1765 com a prima Caroline Matilde da Grã-Bretanha, irmã do rei da Grã-Bretanha Jorge III. Doente mental, assumiram o governo e o exército o seu médico Struensee e Peter Bernstorff, que realizaram diversas reformas liberais.






_____________Infância____________
A doença o perseguiu durante a maior parte de seu reinado, embora tivesse seus períodos lúcidos. As casas reais dinamarquesa e hanoveriana (Grã-Bretanha) eram intimamente relacionadas, a mãe de Cristiano era filha de Jorge II. Quando Cristiano visitou a Inglaterra, em 1768, as pessoas comentavam sua grande semelhança com os membros da família real britânica. Sua mãe morreu quando ele tinha 2 anos e sua relação com a madrasta nunca foi estreita. Tinha um meio irmão Frederico, um príncipe fraco e deformado. Cristiano teve uma infância muito difícil, carente de afeto, deixado com preceptores, como Ditlev Reventlow – um bruto que não exitava em aterrorizá-lo, surrando-o tanto que as vezes o menino era encontrado espumando no chão. A situação melhoraria com a chegada em 1760 de um tutor suiço de 28 anos, Elie-Salomon François Reverdil, que tentou construir seu pupilo em filosofia e nos princípios da benevolência. Cristiano era bom em línguas, falava dinamarquês, francês e alemão, mas um estudante difícil e atrasado. Apresentava um profundo sentimento de insegurança e inadequação. O medo sempre foi uma característica de sua personalidade.

Fracote, baixo e de constituição delgada, tentava compensar suas deficiências criando uma imagem de valentão. Seu físico franzino talvez tenha sido um ingrediente importante no desenvolvimento de sua personalidade perturbada. Loiro de olhos azuis, de aparência agradável.

_____________Casamento__________
Quando Cristiano estava com 16 anos iniciaram as negociações para seu casamento com uma prima de 13 anos – Carolina Matilda –  irmã de Jorge III , era atraente, ingênua, loira de olhos azuis. Casaram em outubro de 1765 e o primeiro filho, o herdeiro Frederico VI nasceu em 28 de janeiro de 1768.

_____________Reinado____________
A monarquia dinamarquesa era uma autocracia pela lex regia de 1665. Lançado pela morte do pai a uma posição de poder absoluto, Cristiano, lembrando as humilhações a que fora sujeito criança, decidiu ser "senhor absoluto de seus negócios". Conservou por algum tempo os serviços do competente conde Bernstorff e demitiu os demais ministros de seu pai. Confiou também seu reino a cargo de seu médico Struensee – um homem cheio de contradições, politicamente ambicioso e de racionalismo iluminista que conseguiu muitos inimigos, não apenas entre os cortesãos, mas especialmente entre os que invejavam o poder que detinha e se ressentiam das reformas que fizera no governo da Dinamarca. A rainha estava completamente apaixonada pelo médico. O rumor de que Struensee pretendia conseguir a abdicação e até a morte do rei, para poder se casar com a rainha e assumir o poder, deu início a já esperada revolução dinamarquesa. Em janeiro de 1772, os principais conspiradores se reuniram no apartamento da rainha viúva Juliana e seu filho Frederico, e rumaram para  conseguir a assinatura do rei para as ordens mandando prender Struensee e sua própria mulher.

A rainha depois de ser declarada divorciada do rei, foi setenciada à prisão perpétua no castelo Aalborg. Devido aos apelos de Jorge III ela foi tranferida e se refugiou em Celle, Hanover e faleceu em 11 de maio de 1775.

Depois da revolução, Cristiano exerceu apenas um poder nominal, viveu em reclusão, fazendo aparições simbólicas. Cedera às pressões da rainha viúva e seu filho, mas se ressentia do que elas haviam feito.

Em 1784 seu filho o príncipe herdeiro Frederico, desgostoso com o governo reacionário e impopular da rainha viúva e de seu filho, convenceu o pai a comparecer ao conselho de Estado para assinar um documento que demitia o ministério.

Cristiano tinha mais 20 anos de vida, mas viveu recluso e seus aparecimentos públicos foram raros. A Dinamarca, apesar da loucura do rei e com Andreas Bernstorff como seu principal ministro, gozou de um longo período de governo liberal, com certo aumento da prosperidade e da paz, até a declaração das Guerras Napoleônicas.

A sombria existência de Cristiano terminou em março de 1808, quando estava em Holsten, extremamente apavorado com o avanço das tropas auxiliares espanholas. Embora o príncipe herdeiro Frederico VI, exercesse o poder real e o tenha feito durante um quarto do século, nunca foi oficialmente o regente.

_____________Descendência________
  1. Frederico VI – 28 janeiro 1768-3 dezembro 1839. Rei da Dinamarca e da Noruega.
  2. Luisa Auguste – 7 junho 1771-13 janeiro 1843. Duquesa de Schleswig-Holstein


Origem: 'A Loucura dos Reis' de Vivian Green   e   Wikipédia

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Petrópolis – Rio de Janeiro



Petrópolis é um município brasileiro do estado do Rio de Janeiro. Ocupa uma área de 774,606 km², contando com uma população de 312.766 habitantes (2008). O clima ameno, as construções históricas e a abundante vegetação são grandes atrativos turísticos. Além disso, a cidade possui um movimentado comércio e serviços, além de produção agropecuária (com destaque para a fruticultura) e industrial. Fundada por iniciativa de Dom Pedro II, é constantemente chamada de Cidade Imperial. Petrópolis é a sede do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), uma unidade de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia.






História
A história da cidade começa a figurar-se mais propriamente em 1822, quando Dom Pedro I, a caminho de Minas Gerais pelo Caminho do Ouro hospedou-se na fazenda do padre Correia e ficou encantado com a região. Tentou comprar as terras, porém sem sucesso. Por fim, adquiriu uma fazenda vizinha, a fazenda do Córrego Seco, que renomeou Imperial Fazenda da Concórdia, onde pretendia construir o Palácio da Concórdia. Hoje, a propriedade corresponde, com alguns acréscimos, à área do primeiro distrito de Petrópolis.

Os planos do primeiro imperador não foram concluídos, mas Dom Pedro II continuou com os planos e em 1843 assinou um decreto pelo qual determinava o assentamento de uma povoação e a construção do sonhado palácio de verão, que ficou pronto em 1847. A partir de então, durante o verão, a cidade tornava-se a capital do Império com a mudança de toda a corte. Pedro II governou por 49 anos, e em pelo menos 40 verões permaneceu em Petrópolis, eventualmente por até cinco meses.

Independentemente da época do ano, era em Petrópolis que moravam os representantes diplomáticos estrangeiros. Entre 1894 a 1903 foi capital do Estado do Rio, em substituição a Niterói, devido a Revolta da Armada. Também neste período, foi eleito o único vice-governador fluminense cuja base política era Petrópolis – Hermogênio Silva. O sanitarista Oswaldo Cruz foi nomeado seu primeiro prefeito em 1916.

A importância política da cidade perdurou por décadas, mesmo depois do fim do Império. Todos os presidentes da república, de Prudente de Morais a Costa e Silva, passaram pelo menos alguns dias na cidade imperial durante seus mandatos. O mais assíduo dentre eles foi Getúlio Vargas, cujas estadias, durante o Estado Novo, duravam até três meses. Como consequência da transferência da capital do Brasil para Brasília, Petrópolis perdeu consideravelmente sua importância no contexto político do país.

O planejamento
Petrópolis é um notável exemplo dos esforços de imigração européia para o Brasil no Segundo Reinado, é tida como a primeira cidade projetada do Brasil, composta de um núcleo urbano - a cidade (hoje o Centro), onde se concentravam o Palácio Imperial, prédios públicos, comércio e serviços. O Centro seria rodeado por "quarteirões imperiais", que receberam famílias de agricultores, principalmente alemãs, que hoje compõem bairros do primeiro distrito. Outros estrangeiros, como açorianos e, posteriormente, italianos, viriam somar-se ao contingente de imigrantes, sobretudo para trabalhar nas indústrias de tecidos e comércio.
O pitoresco do projeto de Koeler foi o fato de batizar os quarteirões com nomes de cidades e acidentes geográficos das regiões (Reihnland-Westphalen) de onde vinham os colonos alemães: Kastelaum (Castelânea), Mosel (Mosela), Bingen, Nassau, Ingelheim, Woerstadt, Darmstadt e Rheinland (Renânia). As terras foram arrendadas para Koeler e, através dele, aos imigrantes, resultando em um sistema de foro e laudêmio (enfiteuse) pago aos herdeiros de Dom Pedro II até hoje.

Arquitetura
A cidade possui um conjunto arquitetônico sem igual, dos quais o símbolo mais conhecido é o Palácio Imperial, hoje Museu Imperial. O palácio é a principal construção do chamado "centro histórico", onde se destaca a Avenida Koeler, ladeada por casarões e palacetes do século XIX. A via é perpendicular à fachada da Catedral de São Pedro de Alcântara e, no outro sentido, à praça Ruy Barbosa e à fachada da Universidade Católica - constituindo-se, assim, em um dos mais belos cenários da cidade.


No chamado "centro histórico" encontram-se também construções curiosas como:
  • a casa de verão de Santos Dumont;
  • o palácio de Cristal;
  • a "Encantada" – Museu Casa de Santos Dumont;
  • o palácio Amarelo – Câmara de Vereadores;
  • o palácio Rio Negro, fronteiriço à sede da prefeitura (palácio Sergio Fadel);
  • o "castelinho" do auto-denominado "duque de Belfort", na esquina da Koeler com a praça Ruy Barbosa;
  • a antiga casa da família Rocha Miranda, na Avenida Ipiranga - mesmo endereço de outra residência da mesma família, em estilo sessentista
  • linhas modernas também estão presentes na casa de Lúcio Costa, no bairro de Samambaia.

Petrópolis foi palco de acontecimentos e episódios diversos da história do Brasil, como:
  1. A inauguração da primeira rodovia pavimentada do Brasil, a União e Indústria (1861), ligando a cidade a Juiz de Fora (MG);
  2. A primeira sessão de cinema (1897), com a exibição, através de "cinematógrapho", dos primeiros filmes dos irmãos Lumière;
  3. A assinatura do tratado que incorporou o Acre ao Brasil (1903);
  4. A morte de Ruy Barbosa (1923);
  5. O suicídio do escritor austríaco Stefan Zweig (1942).

Geografia
Petrópolis localiza-se no topo da Serra da Estrela, pertencente ao conjunto montanhoso da Serra dos Órgãos, a 838 metros acima do nível do mar. Situa-se a 68 km do Rio de Janeiro.
O clima da cidade é o tropical de altitude com verões úmidos e invernos secos. A média anual da cidade é de 18°C (típica de uma cidade serrana fluminense). A média de julho é 15°C, sendo a máxima da temperatura média neste mês de 22°C e a mínima de 10°C. Em janeiro a temperatura média é de 21°C, sendo a máxima da temperatura média de 27°C e a mínima de 18°C.

Subdivisão
  1. Petrópolis (distrito sede)
  2. Cascatinha
  3. Itaipava
  4. Pedro do Rio
  5. Posse

Econômia
A econômia de Petrópolis é baseada no turismo e no setor de serviços. Também merece destaque o comércio de roupas, sobretudo nos pólos da Rua Teresa e Itaipava, que atraem compradores (atacadistas e varejistas) de todo o país.

Turismo
Casa da Ipiranga ("Casa dos Sete Erros")
Casa de Joaquim Nabuco
Casa da Princesa Isabel
Casa do Barão e Visconde de Mauá
Castelo do Barão de Itaipava
Catedral de São Pedro de Alcântara com o Mausoléu Imperial
Estação Itaipava
Parque Municipal de Itaipava
Florália
Morro Açu (Parque Nacional da Serra dos Órgãos)
Palácio de Cristal
Palácio Grão Pará
Palácio Quitandinha
Palácio Rio Negro
Trono de Fátima
Casa do Barão e Visconde do Arinos
Casa de Rui Barbosa
Casa do Visconde de Caeté

Cultura
Museu Casa de Santos Dumont
Museu Imperial de Petrópolis
Teatro Municipal Paulo Gracindo

Personalidades Ilustres:
Santos Dumont, aviador;
Fausto Fanti, humorista;
Nair de Tefé, caricaturista e primeira-dama do Brasil;
Guilherme Fontes, ator;
Eduardo Gomes, patrono da Força Aérea;
Roberto Jefferson, ex-deputado federal;
Raul de Leoni, poeta;
Camila Morgado, atriz;
Sir Peter Brian Medawar, Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1960;
Julio Cezar Melatti, antropólogo;
Marco Aurélio de Oliveira, o Marcão, jogador de futebol;
Rodrigo Santoro, ator;
Gil Brother, ator e comediante;
Gualter Salles, piloto.

Visitantes famosos
  • Maximiliano da Áutria – primo de Pedro II, foi um dos primeiros estrangeiros famosos a visitar Petrópolis, ainda em 1863 (pouco antes de assumir o trono do México).
  • Balduíno I, da Bélgica – também passaria por Petrópolis durante sua visita ao Brasil, em 1920.
  • Rainha Sofia da Noruega – visitou Petrópolis em 1981.

Mas, além de cabeças coroadas, a cidade ainda receberia inúmeros outros nomes reconhecidos internacionalmente, como:
  • Einstein, em 1926.
O maior número de visitantes célebres, porém, concentrou-se entre 1944 e 1946, tempo de vida do Hotel-cassino Quitandinha:
  • Orson Welles, Errol Flynn, Maurice Chevalier, Greta Garbo, Carmen Miranda, Walt Disney, Bing Crosby e até um rei destronado (Carol I, da Romênia) foram alguns de seus hóspedes.
Com o fechamento dos cassinos no país, determinado pelo presidente Dutra (1946-1950), o Quitandinha começou a entrar em decadência. Antes, porém, seria a sede da Conferência Interamericana de 1946, na qual destacou-se a chefe da delegação argentina, Eva Perón.
A poetisa Gabriela Mistral exercia a função de consulesa do Chile em Petrópolis quando foi agraciada com o Prêmio Nobel de Literatura, em 1945. Outro Nobel, o britânico Peter Medawar (Medicina, 1954) nasceu e viveu em Petrópolis até os 14 anos. Na década de 1970, a cantora norte-americana Sarah Vaughan também visitou a cidade.

Refúgio de importantes nomes da cultura nacional, figura nas páginas de Machado de Assis e de Stanislaw Ponte Preta, e lá Jorge Amado concluiu seu "Gabriela Cravo e Canela".

Manuel Bandeira, Vinicius de Moraes, Villa-Lobos e Alceu Amoroso Lima tinham casas de veraneio em Petrópolis. Como centro do poder nacional, foi o endereço de veraneio de importantes vultos do império e da república, como os barões de Mauá e Rio Branco ou, mais tarde, Santos Dumont e Rui Barbosa.






Fonte:Wikipédia

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Benção


"Que o caminho seja brando a teus pés, O vento sopre leve em teus ombros.Que o sol brilhe cálido sobre tua face, As chuvas caiam serenas em teus campos. E até que eu de novo te veja.... Que Deus te guarde na palma de Sua mão."
(Uma antiga bênção Irlandesa)
 
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