sábado, 5 de dezembro de 2009

Museu do Prado - Madri, Espanha

O Museu Nacional do Prado é um dos mais importantes da Espanha e do mundo. Junto com o Museu Thyssen-Bornemisza e o Museu Rainha Sofia forma o "triângulo da arte", em Madri.

Inaugurado em 1819, o museu foi construído pela monarquia espanhola que desejava ver, na capital do país, símbolos do progresso que tomava conta da Europa. A área do Passeio do Prado é arborizada e cercada por fontes como a das Cibeles, a de Apolo e a de Netuno, todas inspiradas em temas clássicos, assim como o edifício, de estilo neoclássico.

A construção e as obras que ela abriga sobreviveram sem grandes danos à invasão de Napoleão (que o utilizou como estrebaria e quartel general), à Guerra Civil Espanhola e à Segunda Guerra Mundial.

Atualmente o acervo do museu é composto por mais de 17 mil obras de arte e os dois artistas mais bem representados pela instituição são:
  1. Velázquez e
  2. Goya
O Prado possui a mais importante coleção de arte espanhola do mundo, seguida em importância por sua coleção de arte italiana e flamenga.

É possível realizar uma visita virtual pelo museu, que disponibiliza gratuitamente mais de 2.000 obras em alta resolução. A iniciativa é única no mundo e a intenção é que ao longo do tempo esse número seja ampliado cada vez mais para agregar o acervo completo da instituição.

Museu
A construção do prédio data do final do século XVIII quando Carlos III, rei da Espanha, fez planos para transformar Madri numa capital bela e moderna. Em 1785 ele ordenou ao arquiteto real que projetasse um edifício no Prado de São Jerônimo para abrigar o Gabinete de História Natural e a Academia de Ciências.

O Museu do Prado só foi inaugurado 34 anos depois. O atraso se deu, entre outros contratempos, em função da invasão da Espanha por Napoleão, em 1808. Os franceses invadiram o prédio, que já estava com o exterior concluído, e o utilizaram como estrebaria da Cavalaria Napoleônica e quartel.

O acervo espanhol também não escapou dos saques: a Comissão Imperial de Sequestros de Napoleão enviou a Paris 50 quadros confiscados de personalidades espanholas e partidários de Fernando VII, então rei da Espanha. Os espanhóis também saquearam o prédio depois da expulsão dos franceses.

Com o passar do tempo, a finalidade do edifício foi alterada. Fernando VII, neto de Carlos III, foi incentivado pela rainha Maria Isabel de Bragança, sua esposa e grande amante das artes, a destinar o prédio para a criação de um Museu Real de Pintura e Escultura.

A inauguração foi realizada em 19 de novembro de 1819 com 311 obras expostas e mais de 1.500 no acervo, que foi formado a partir das coleções dos monarcas e nobres espanhóis.

Com o fim da monarquia dos Bourbon, em 1868, e a expulsão da Rainha Isabel II, os bens da coroa espanhola foram nacionalizados e o museu assumiu seu nome definitivo: Museu Nacional do Prado.

Tanto a coleção como o número de visitantes do Prado cresceram muito nos séculos XIX e XX. Por essa razão, o prédio foi submetido a sucessivas ampliações e o edifício original, Villanueva, incorporou o Casarão do Bom Retiro e o Palácio do Bom Retiro, que desde 1841 funcionava como Museu do Exército.

Desde 2003 o Museu recebe mais de dois milhões de visitantes todos os anos. Seu acervo atual é composto por:
  • 7.600 pinturas,
  • mil esculturas,
  • 2.400 gravuras e
  • 6.300 desenhos,
  • além de um grande número de documentos históricos e artigos decorativos.
Pouco menos de mil peças são exibidas no Prado e cerca de 3.100 estão emprestadas para diversos museus e instituições de todo o mundo.

Obras
O Museu do Prado tem a mais importante coleção de arte espanhola do mundo. São mais de 4.600 pinturas que datam desde o período romanesco até o século XIX. Francisco Goya y Lucientes (1746-1828) e Diego Rodríguez de Silva y Velázquez (1599-1660) são os artistas mais bem representados no acervo do Prado.





Cerca de 50 pinturas de Velázquez, incluindo as suas maiores obras-primas, fazem parte da coleção do Museu. "As Meninas", o quadro mais famoso do pintor, retrata a infanta Margarida Teresa de Habsburgo, filha de Filipe IV, acompanhada por suas damas de companhia, uma anã e uma criança que mexe com um cão. O curioso é que Velázquez fez seu autorretrato no canto esquerdo do quadro, que hoje é um dos mais concorridos nos corredores do Prado.







A coleção de Goyas do Museu também é muito rica. São mais de 140 pinturas que permitem acompanhar a evolução do artista começando por quadros claros, passando pelo intenso contraste entre o claro e o escuro e terminando numa fase mais escura, com as chamadas "pinturas negras". Goya realizou essa série de 14 pinturas de temas sombrios nas paredes de uma sala de sua casa e elas foram transferidas para o Prado preservando a sua disposição original.

Também fazem parte da coleção os sensuais quadros "A Maja Nua" e "A Maja Vestida" e obras da fase política de Goya como "Os Fuzilamentos de Três de Maio", que retrata o massacre de espanhóis pelo exército de Napoleão.

As imagens dramáticas e escuras de Goya foram referência para os pintores expressionistas e surrealistas, assim como as obras de Hieronymus Bosch (1450-1516), pintor flamengo cujo quadro mais famoso, "O Jardim das Delícias", está exposto no Prado. Bosch, que era conhecido como "El Bosco", é um dos destaques da coleção flamenga que inclui Peter Paul Rubens, Van Diyck, Van der Weyden, Rembrandt e Jan Breughel.


– A escola italiana está representada por grandes obras de Fra Angelico, Rafael, Tintoretto, Bellini, Ticiano e Caravaggio.



fonte: grandesmuseus.folha.com.br

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Mapas

Os mapas são representações geográficas da superfície curva do planeta Terra sobre uma superfície plana. Estes mais conhecidos são representações bidimensionais de um espaço tridimensional. A ciência da concepção e fabricação de mapas designa-se cartografia. Por vezes a cartografia se debruça sobre a projeção de superfícies curvas sobre superfícies planas, no processo chamado planificação.




História
Os mapas mais antigos que se conhecem foram encontrados na antiquíssima cidade de Hank Sukur, na Turquia, e datam de cerca de 6200 aC, pintados numa parede. Existem também mapas em outras culturas ancestrais como na asteca, na esquimó, na mesopotâmica. Com a invenção do papel passaram os mapas a ser desenhados em folhas (talvez daí subsista quase como sinônimo a palavra carta), mais concretamente do termo grego que designava as folhas de papiro usadas na execução dos mapas, e que era karte. O termo carta é normalmente usado para referir mapas antigos. Na Idade Média, os mapas em uso na Europa eram frequentemente centrados em Jerusalém, e com o Oriente para cima.

Um dos grandes passos na evolução dos mapas é dado na época dos Descobrimentos, quando as áreas representadas eram bem maiores que anteriormente e havia a necessidade de obter bons níveis de precisão posicional para conseguir navegar com relativa segurança.

Em latim, mappa designava lenço e mappa mundi era o mundo em um lenço.

  • Características gerais dos mapas:
  1. Representação plana;
  2. Geralmente em escala pequena;
  3. Área delimitada por acidentes naturais (bacias, planaltos, chapadas, etc.), político-administrativos;
  4. Destinação a fins temáticos, culturais ou ilustrativos.
Um mapa é a representação no plano, normalmente em escala pequena, dos aspectos geográficos, naturais, culturais e artificiais de uma área tomada na superfície de uma Figura planetária, delimitada por elementos físicos, político-administrativos, destinada aos mais variados usos, temáticos, culturais e ilustrativos.

Tipos de mapas
Um dos elementos fundamentais dos mapas modernos é a presença de uma escala, que permite determinar as dimensões reais dos objetos cartografados e medir distâncias (a escala é um quociente entre a medida no mapa e a medida real correspondente). Quanto maior é a escala, maior o detalhe.

A cartografia sofreu uma verdadeira revolução com a aplicação dos Sistemas de Informação Geográfica e do Sistema de Posicionamento Global a partir do final do século XX. Esta revolução opera-se não apenas a nível da produção mas também da circulação, manipulação e utilização de informação espacial. É fácil hoje produzir um mapa personalizado no computador ou obter um outro, de qualquer local do mundo, na internet.

Classificação dos mapas
– Mapas físicos
  • mapa geomorfológico - representam as características do relevo de uma região.
  • mapa climático - indica os tipos de clima que atuam sobre uma região.
  • mapa hidrográfico - mostra os rios e bacias que cortam uma região.
  • mapa biogeográfico - apontam os tipos de vegetação que cobrem um determinado lugar.

– Mapas humanos
  • mapa político - aponta a divisão do território em países, estados, regiões, municípios.
  • mapa econômico - indica as atividades produtivas do homem em determinada região.
  • mapa demográfico - apresenta a distribuição da população em determinada região
  • mapa histórico - apresenta as mudanças históricas ocorridas em determinada região.
  • mapa rodoviário - estuda as rodovias e as estradas de um país.

Elementos de um mapa
  • Título: frase que determina o local representado no mapa.
  • Escala: medida utilizada.
  • Legenda: os locais.
  • Rosa-dos-ventos: para se orientar.
  • Fonte: de onde veio a informação.








Mapas: Polar, Américas, Europa, Ásia, América II, África.


Informações tiradas da Wikipédia e imagens dos mapas, pela internete.

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sábado, 28 de novembro de 2009

Dinastia dos reis ingleses Plantagenetas

A ascensão de Henrique II, o filho de Geoffrey Plantageneta e de Matilda, filha do rei inglês Henrique I, marcou o fim da dinastia normanda e a coroação do primeiro monarca de uma longa seqüência de reis, os Plantagenetas, que durou até a morte de Richard II (1399), também conhecidos como os angevinos por serem reis com raízes na região de Anjou.

Há também quem inclua nesa dinastia mais duas casas reais, totalizando quatro Casas Reais distintas:
  1. Angevin,
  2. Plantageneta,
  3. Lancaster e
  4. York,
o que prolongaria a dinastia para 14 reis (1154-1485).

O nome Plantageneta tem na sua origem em uma planta, a giesta, ou plant gênet em francês, cujo fundador da casa, Geoffrey V, Conde de Anjou, do Condado de Anjou – hoje parte da França –escolheu-a para símbolo pessoal. Assim Plantageneta se tornou sobrenome de uma sequência de monarcas britânicos, integrantes da Dinastia Plantageneta ou Angevina, que reinaram em Inglaterra por praticamente dois séculos e meio. Os Plantagenetas chegaram ao poder na Inglaterra através do casamento de:
Geoffrey V (Conde de Anjou) com Matilda de Inglaterra, viúva de Henrique V (Imperador do Sacro Império) e filha e herdeira de Henrique I, que foram os pais do primeiro rei Plantageneta, Henrique II.

A inclusão por alguns historiadores das casas de Lancaster e York na dinastia plantageneta é o fim do reinado de Ricardo II (1367-1400), deposto (1399) e mantido prisioneiro, não correspondeu a uma quebra dinástica. Esta data marca a subida ao trono de Henrique de Lancaster, o Henrique IV, neto de Eduardo III (1312-1377), Rei da Inglaterra (1327-1377) e antecessor de Ricardo. A coroação dos Lancasteres também iniciaria uma disputa com os Stuarts que originaria a Guerra das Rosas.

– A seguir temos a lista dos monarcas Plantagenetas:

  1. Henrique II Plantageneta (1133-1189), Conde de Anjou (1133-1189), Reinado (1154-1189)
  2. Ricardo I Coração de Leão (1157-1199), Reinado (1189-1199)
  3. João I Sem Terra (1167-1216), Reinado (1199-1216)
  4. Henrique III (1207-1272), Reinado (1216-1272)
  5. Eduardo I (1239-1307), Reinado (1272-1307)
  6. Eduardo II (1294-1327), Reinado (1307-1327, deposto e assassinado)
  7. Eduardo III (1312-1377), Reinado (1327-1377)
  8. Ricardo II (1367-1400), Reinado (1377-1399, deposto e mantido prisioneiro)


– Outros membros da dinastia:
  1. Eduardo Plantageneta, o Príncipe Negro
  2. Edmundo de Langley, Duque de York
  3. Filipa Plantageneta, rainha consorte de João I de Portugal
  4. Henrique Plantageneta, o Jovem
  5. Geoffrey Plantageneta, Duque da Bretanha
  6. João de Gant, Duque de Lancaster e da Aquitânia
  7. Leonel de Antuérpia, Duque de Clarence
  8. Tomás de Woodstock, Conde de Essex e Buckingham

Fonte: dec.ufcg.edu.br

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sábado, 21 de novembro de 2009

Alexandre II da Rússia



Alexandre Nikolaevich Romanov (Alexandre II da Rússia), filho de Nicolau I da Rússia e Alexandra Feodorovna (Carlota da Prússia). Nasceu em Moscou a 29 de abril de 1818 e faleceu em São Petersburgo a 13 de março de 1931. Seu reinado foi de março de 1855 a março de 1881.







Principais reformas:
  • Decretou o fim da escravatura no Império Russo em 1861, o que lhe deu o cognome de "Czar Libertador".
  • Abertura do regime com o objetivo de aproximar mais do ideal europeu ocidental. Tinha a consciência da precariedade da sua posição como autocrata em relação com o aumento dos movimentos radicais, por isso foi distribuindo o seu poder entre ministros e conselhos.
  • Durante o seu reinado lidou com a Guerra da Crimeia e com a Guerra Russo-Turca que, embora não totalmente desastrosas, deixaram o Império numa situação complicada.
  • Reformas profundas em todos os setores, (principalmente nos primeiros anos de reinado) iniciando-se no exército e marinha, passando pela educação e leis. A pena de morte foi abolida e foi adotado o sistema jurídico francês mais simplificado. Com o aumento dos movimentos revolucionários, Alexandre II achou que as reformas políticas não seriam a solução, por isso iniciou um movimento de repressão dos detratores. A repressão por ele criada levaria ao seu assassinato em 1881.

Família
Casado com Maria Alexandrovna da Rússia (nascida Princesa Maximiliana Guilhermina Augusta Sofia Maria de Hesse-Darmstadt). O casamento entre Alexandre II e a jovem princesa alemã não foi bem recebido entre os pais dele, principalmente a mãe, a Imperatriz Alexandra Feodorovna. Ela considerava Maria demasiado calada e pouco ambiciosa para o papel de Imperatriz de todo o Império. Complicando a situação, o parentesto dela era questionado. A sua mãe, Guilhermina de Baden, mantinha uma relação extra-conjugal com um dos amigos do marido e pensasse que tanto Maria como o seu irmão mais velho, Alexandre, eram filhos dessa relação e não do Grão-duque Luís II de Hesse-Darmstadt. Alexandre ignorou os conselhos da mãe e casou-se com ela em abril de 1841.

Embora o início do casamento tivesse sido romântico, Alexandre cansou-se rapidamente da sua esposa conservadora e foi procurar conforto por entre a corte. Acabaria por formar uma nova família com a plebeia Catarina Dolgorukov com quem se casaria pouco depois da morte de Maria em 1881.

– Filhos:
  1. Alexandra Alexandrovna Romanova: Nascida a 30 de agosto de 1842, Alexandra foi a primeira filha do Czar. Não atingiu a idade adulta devido a uma meningite fatal que a atingiu quando ela tinha 6 anos de idade. É talvez mais conhecida pelos rumores de que o seu fantasma apareceu durante uma sessão espirita realizada pelo seu pai.
  2. Nicolau Alexandrovich Romanov: Segundo filho do Imperador, teria sucedido ao pai se tivesse resistido a um fatal ataque de tuberculose quando tinha 21 anos. Foi o primeiro noivo da Princesa Maria da Dinamarca, mas no leito de morte expressou o desejo de a ver casada com o seu irmão mais novo, Alexandre.
  3. Alexandre III da Rússia
  4. Vladimir Alexandrovich Romanov: Conhecido principalmente durante o reinado do sobrinho, Nicolau II, por ser o Grão-duque mais velho da família. Juntamente com a sua esposa, Maria Pavlovna, opôs-se seriamente às suas políticas. Fundador do ramo "Vladimirovich" da família imperial, a sua bisneta, a Grã-duquesa Maria Vladimirovna, reclama atualmente o direito de chefe da família Romanov.
  5. Alexei Alexandrovich Romanov: Banido da Rússia pelo seu irmão Alexandre após o seu casamento "ilegal" com uma plebeia, passou grande parte da sua idade adulta em Paris. Antes era um importante membro da Marinha Imperial.
  6. Maria Alexandrovna Romanova: A única filha sobrevivente do Czar, casou-se com o Príncipe Alfredo do Reino Unido, filho da Rainha Vitória. Entre os seus filhos incluem-se a Rainha Maria da Romênia e a Princesa Vitória Melita, primeira esposa do Grão-duque Ernesto Luís de Hesse e, mais tarde, do Grão-duque Cyril Vladimirovich da Rússia.
  7. Sergei Alexandrovich Romanov: Uma das principais figuras do reinado do Czar Nicolau II, foi Governador-geral de Moscovo e grande opressor das minorias da cidade, o que lhe valeu o ódio dos seus habitantes. Casou-se com a Princesa Isabel de Hesse-Darmstadt, irmã mais velha da futura Czarina Alexandra Feodorovna, de quem não teve filhos. Acabou por ser assassinado em 1905.
  8. Paulo Alexandrovich Romanov: O filho mais novo do Czar, casou-se em primeiro lugar com a Princesa Alexandra da Grécia e Dinamarca de quem teve dois filhos, a Grã-duquesa Maria Pavlovna e o Grão-duque Dmitri Pavlovich. Mais tarde apaixonou-se pela esposa de um dos guardas do seu regimento, Olga Paley. Os dois iniciram um romance que levou ao divórcio dela e à expulsão do casal e do filho da Rússia. Mais tarde chegaria ao quarto lugar na linha de sucessão, o que levou ao perdão do Czar e o regresso à Rússia. Foi nomeado o porta-voz da família para avisar o seu sobrinho Nicolau II sobre Rasputine, sendo ignorado. Acabaria mesmo por cortar relações com o sobrinho quando ele rejeitou a petição escrita pela esposa de Paulo para que o seu filho Dmitri pudesse permanecer na Rússia após o assassinato do monge siberiano. Acabaria por ser assassinado em janeiro de 1919 pelos bolcheviques.

Alexandre II foi assassinado quando uma bomba explodiu dentro da sua carruagem.



Fonte: romanov.blogs.sapo.pt

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Museu Central de Utrecht - Holanda


O Centraal Museum (em português, Museu Central) localizado na cidade de Utrecht, nos Países Baixos. Fundado em 1838, é o mais antigo dos museus municipais neerlandeses. Encontra-se instalado em um antigo claustro medieval, totalmente reformado em 1999. Conserva um amplo acervo, distribuído pelos departamentos de arte antiga e moderna, design, moda e história regional.



História
O Centraal Museum foi fundado em 5 de setembro de 1838, por iniciativa do prefeito de Utrecht, Van Asch van Wijck, como um espaço museológico voltado à história da região. Expunha ao público diversos objetos de interesse histórico e artístico, coletados junto aos órgãos públicos ou adquiridos de particulares, além de parte do arquivo da cidade. Em 1921, a coleção do museu foi fundida com diversos outros acervos municipais e coleções privadas, como o conjunto de pinturas da Utrechtse genootschap Kunstliefde e a coleção de arte do palácio episcopal da cidade, resultando uma única coleção “centralizada” (origem da denominação “museu central”).

Ainda em 1921, o museu é transferido do espaço que ocupava na prefeitura da cidade para um antigo claustro medieval - um grandioso edifício, composto por diversos pavilhões erguidos ao redor do pátio central, que abrigou paralelamente diversas outras funções, de orfanato a hospital psiquiátrico.

Entre 1961 e 1972, o edifício foi ampliado, ganhando ainda um auditório idealizado por Mart van Schijndel. Em 1991, o edifício foi reformado.

Acervo
O Centraal Museum conserva um vasto e variado acervo, abrangendo um período histórico de mais de 2000 anos, com peças distribuídas em 5 departamentos:
  1. arte antiga,
  2. arte moderna,
  3. design e artes decorativas,
  4. moda e
  5. história local

Na coleção de arte – destaca-se o núcleo dedicado aos pintores "caravaggescos" de Utrecht, como Gerard van Honthorst e Hendrick ter Brugghen, além de várias outras obras de Jan van Scorel, Joachim Wtewael, Abraham Bloemaert, Paulus Moreelse e Pieter Saenredam, entre outros.

No segmento dedicado à arte moderna – há obras de Theo van Doesburg, Bart van der Leck, Pyke Koch.

Encontra-se conservada no museu a maior coleção existente de desenhos de Rietveld. Há ainda uma exposição permanente de obras de Dick Bruna, um amplo conjunto de mais de 8000 peças de vestuário, jóias e acessórios, mobiliário, ourivesaria e prataria.

Entre os destaques da coleção de história – encontra-se o milenar navio Utrecht, encontrado em 1930, nos arredores de Willem Arntszkade.

Origem: Wikipédia

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Amsterdam - Holanda


Amsterdã (português brasileiro) (em neerlandês: Amsterdam) é a capital, e a maior cidade dos Países Baixos, situada na província Holanda do Norte. Seu nome é derivado de uma represa (dam) no rio Amstel, o rio onde fica a cidade. A cidade é conhecida por seu porto histórico, seus museus de fama internacional, sua zona de meretrício (Red Light District, o "Distrito da Luz Vermelha"), seus coffeeshops liberais, e seus inúmeros canais que levaram Amsterdã a ser chamada a "Veneza do Norte".




Amsterdam tem uma população de 761.262 residentes (2009), enquanto que sua área metropolitana tem cerca de 2 milhões de habitantes. É o centro de uma vasta zona urbana contínua, denominada Randstad, que se estende de Roterdam a Amsterdam e também Utrecht, com cerca de 7.6 milhões de habitantes.

A cidade destaca-se pelo seu setor financeiro, sendo o 5º centro financeiro europeu. Com mão-de-obra qualificada no setor logístico, e por sua infra-estrutura que reúne um aeroporto internacional e um moderno porto marítimo.

A palavra que deu origem ao nome da cidade de Amsterdam vêm do latim Homines manentes apud Amestelledamme, ou seja, "homens que vivem próximo ao Amestelledamme". Amestelledamme é dam (dique) do rio Amstel, cujo nome pode ser interpretado como ame ("água") e stelle ("terra seca").

História
No início, Amsterdam era um povoado de pescadores. Segundo a lenda:
A cidade foi fundada por 2 pescadores da província de Frísia, que por casualidade acabaram nas margens do rio Amstel em um pequeno barco, junto a seu cachorro.


A data tradicional da fundação da cidade foi em 27 de outubro de 1275, quando retiraram a obrigação dos seus habitantes de pagar taxas associadas a passagem em pontes neerlandesas. No ano de 1300 foi concedido o direito oficial de cidade, e a partir do século XIV, Amsterdam começou a florescer como centro comercial, principalmente pelo comércio com outras cidades neerlandesas e alemãs, conhecidas como a Liga Hanseática.

No século XVI, começou o conflito entre os neerlandeses e Filipe II da Espanha. Essa confrontação causou uma guerra que durou 80 anos, e que finalmente deu aos Países Baixos sua independência. Depois da ruptura com a Espanha, a república neerlandesa ia ganhando fama por sua tolerância com respeito a religiões. Muitos buscaram refúgio em Amsterdam judeus de Portugal e Espanha, comerciantes de Antuérpia, e huguenotes da França, perseguidos em seus países por sua religião.

No início do século XVII, considerado o Século de Ouro de Amsterdam, a cidade converteu-se em uma das mais ricas do mundo. De seu porto saíam embarcações até o mar Báltico, América do Norte, África e terras que agora pertencem a Indonésia e Brasil. Dessa forma foi criada a base de uma rede comercial mundial. Os comerciantes de Amsterdam possuíam a maior parte da Companhia Neerlandesa das Índias Orientais (Vereenigde Oostindische Compagnie ou VOC em neerlandês) e da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais (West-Indische Compagnie ou WIC). Essas companhias instalaram-se em países que passaram a ser colônias dos Países Baixos. Nessa época Amsterdam era o principal porto comercial da Europa e centro financeiro mais importante do mundo. Sua Bolsa de Valores foi a primeira a funcionar diariamente.

A população da cidade cresceu ligeiramente de 10 000 em 1500, a 30 000 por volta de 1570. Em 1700 este número já havia alcançado 200 000. Durante os séculos XVIII e XIX e até antes da Primeira e da Segunda Guerra Mundial, o número de habitantes aumentou a não menos de 300%, alcançando 800.000 habitantes. A partir de então até a atualidade o número tem sido relativamente constante.

No século XVIII e início do século XIX, entrou em declínio devido às guerras entre a república dos Países Baixos e o Reino Unido e França. Sobretudo as Guerras Napoleônicas arrebataram suas fortunas. Quando se estabeleceu oficialmente o Reino dos Países Baixos no ano de 1815, a situação começou a melhorar. Nesse período uma das pessoas-chave das novas iniciativas foi Samuel Sarphati, um médico e planificador urbano, que achou sua inspiração em Paris.

As últimas décadas do século XIX são chamadas de Segundo Século de Ouro de Amsterdam, porque, entre outros, construíram-se novos museus, uma estação de trem e o Concertgebouw, que é o teatro musical da cidade. No mesmo período chegou à cidade a Revolução Industrial.

Novos canais e vias marítimas foram construídos para assim melhorar a conexão entre Amsterdam e o resto da Europa.

Pouco antes de começar a Primeira Guerra Mundial, a cidade começou a expandir-se, construindo novos bairros residenciais em direção aos subúrbios. Durante a Primeira Guerra Mundial, os Países Baixos tomaram uma posição neutra, mas ainda assim sua população sofreu muito com a falta de comida e falta de aquecimento a gás.

Durante a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha invadiu os Países Baixos no dia 10 de maio de 1940, tomando o controle do país depois de cinco dias de luta. Os alemães instalaram um governo civil nazista em Amsterdam, que se encarregava da perseguição aos judeus. Os neerlandeses que ajudaram e protegeram as vítimas foram também perseguidos. Mais de 100.000 judeus foram deportados a campos de concentração. Entre eles encontrava-se Anne Frank. Somente 5.000 judeus sobreviveram a guerra.

Canais
No início do século XVII, com a crescente imigração na cidade, Amsterdam colocou em prática um plano para a construção de canais de meio-círculo e concêntricos que se encontravam na baía do rio IJ. Foram feitos 4 canais:
  • 3 residenciais (Herengracht ou Canal dos Lordes; Keizersgracht ou Canal dos Imperadores; e Prinsengracht ou Canal do Príncipe) e
  • um canal de defesa (Nassau/Stadhouderskade).
O plano ainda ligou os canais paralelos a esses novos 4 canais, como por exemplo o canal do bairro de Jordaan (bairro onde viveu Anne Frank).

Símbolos
O escudo de Amsterdam consiste em 3 cruzes denominadas Cruz de Santo André em homenagem a André, o apóstolo, que foi assassinado com este tipo de cruzes. No século XVI foi adicionado leões. Existem historiadores que crêem que as cruzes representam os 3 perigos que mais afetaram a Amsterdão: 1. inundação, 2. incêndio e a 3. peste.

O lema oficial da cidade é: "Heldhaftig, Vastberaden, Barmhartig" ("Valente, Decidida e Misericordiosa"). Estas três palavras provêm da denominação oficial concedida pela rainha Guilhermina dos Países Baixos em 1947, em homenagem a coragem da cidade durante a Segunda Guerra Mundial.

Atualidades
Amsterdam é uma cidade para andar a pé, de bicicleta ou de barco. Existem estacionamentos de bicicletas enormes (foto da esquerda). Barcos casas, com conforto e requinte abrigam famílias sobre seus barcos. Pela escassez de terras e muitas áreas alagadas os imóveis são caros. Também é a cidade das tulipas, que florescem no mês de abril. A cidade dos tamancos, dos diamantes e das porcelanas.

Fonte: Wikipédia

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Isabel II da Espanha




Isabel II de Espanha (Maria Isabel Luísa) nasceu em Madrid a 10 de outubro de 1830 e morreu em Paris a 9 de abril de 1904. Filha mais velha e sucessora de Fernando VII (rei da Espanha) e da sua quarta esposa, a sua sobrinha, Maria Cristina de Bourbon. Reinou de 1833-1868.







Vida
Rainha da Espanha foi coroada em 2 de outubro de 1833 e proclamada Rainha em 24 de outubro de 1833. Reinou até 1868, quando foi forçada a abdicar ou deposta em 30 de setembro de 1868 e se exilou em Paris, França, onde abdicou da coroa em 25 de junho de 1870.

Foi declarada maior em 1843 aos 13 anos. Seu tio o infante Carlos Maria de Bourbon, conde de Molina, não aceitou a sua subida ao trono, invocando a antiga lei sálica, pelo que reclamou o trono, iniciando a pretensão chamada carlista à coroa. Lançou o «Manifiesto de la gobernadora al país» em 4 de outubro de 1833, obra do político moderado Cea Bermúdez que deu início a nova etapa ministerial:
  • para atrair o apoio da Inglaterra, que pretendia dirigir o mundo liberal;
  • atrair também o apoio da França, onde reinava Luís Filipe, rei constitucional, que reconheceram Isabel II ;
  • Portugal e o reino das Duas Sicílias apoiaram Don Carlos;
  • o papa Gregório XVI, e as potências centro-européias e a Rússia, guardaram reserva
O Ministério Cea Bermúdez caiu porque no interior do país o Manifesto não agradou; subiu Francisco Martínez de la Rosa que tentou satisfazer as exigências dos políticos liberais.

Em 22 de abril de 1834 assinou-se o Tratado da Quádrupla Aliança:
  1. Espanha,
  2. Portugal,
  3. Inglaterra e
  4. França.

A Espanha foi ajudada pela França e por Portugal na 1ª guerra carlista contra o conde de Molina, Don Carlos (1833-1840) em que triunfaram os liberais no Convênio de Vergara, apesar da continuação da luta por Cabrera. Grande anarquia imperava, pedia-se a supressão dos conventos, e o chefe de Governo Juan Álvarez Mendizábal (de setembro de 1835 a maio de 1836) atendeu. Em 1836 subiram ao poder os moderados.

Uma das características do reinado de Isabel II seriam os numerosos golpes militares. Houve sete anos somente de guerra carlista. A Rainha-mãe (regente até 1849 por disposição testamentária do pai, assessorada por Conselho de Governo integrado por um cardeal, nobres, militares e magistrados) renunciou 1840 em favor de Baldomero Espartero.

Declarada maior pelas Cortes em novembro de 1843 aos 13 anos, Isabel II jurou a Constituição de 1837 que havia substituído a Constituição de Cádiz de 1812, que ficou em vigor até 1845. O primeiro Governo Narváez durou de maio de 1844 a fevereiro de 1846. O eterno problema da sucessão perturbou a vida e o governo da Rainha.

A escolha do marido foi influenciada pelas potências européias. O candidato do rei francês Luís Filipe era um de seus muitos filhos; o de Leopoldo I da Bélgica, um sobrinho Coburgo. Isabel foi forçada ao pior candidato seu primo, o Infante Francisco de Assis. Houve enorme desgosto das Cortes, mas o casamento foi apoiado pela França, que ainda propôs que a Infante Luísa Fernanda simultaneamente casasse com o Príncipe Antônio de Bourbon-Orleans, Duque de Montpensier, quinto filho do rei Luís Filipe. A Áustria se inclinava por um filho do Infante D. Carlos, conde de Molina. A Inglaterra queria um Saxe-Coburgo, a Rainha mãe queria o Duque de Cádiz ou seu irmão caçula Henrique, Duque de Sevilha. Foi infelizmente descartado o Conde de Montemolín, segundo pretendente carlista ao trono, o que teria terminado o problema do carlismo. O marido de Isabel se mostrou mais interessado em suas próprias roupas rendadas do que na esposa. Corriam versos em Madri: "Isabelona, tan frescachona, y don Paquito, tan mariquito…"

Isabel II afinal rodeou-se de grande quantidade de companheiros masculinos, decidida a que de qualquer modo haveria um herdeiro. Já com poucos dias de casados se haviam separado ostensivamente. A Rainha se dedicou a favoritos que preenchiam o vazio:
  1. o primeiro deve ter sido o belo general Serrano, feito depois Capitão Geral de Granada para o afastar da corte, depois de embolsar milhões do pecúlio privado da rainha;
  2. o atraente cantor José Mirall;
  3. um extravagante músico italiano, Temístocles Solera;
  4. o marquês de Bedmar, enviado depois de dois filhos natimortos como embaixador em São Petersburgo com a condecoração do Tosão de Ouro;
  5. o capitão José María Ruiz de Araña;
  6. O pai de Alfonso XII, segundo todos os cronistas, foi o jovem militar do Corpo de Engenheiros, Enrique Puigmoltó;
  7. o ribombante Miguel Tenorio de Castilla, rico e culto andaluz que seria o pai de seus filhos Pilar, Paz, Eulalia e Francisco;
  8. Tirso Obregón, tenor;
  9. em 1867, o próprio sobrinho do autoritário general Narváez, Carlos Marfori, de quem mais se falou, posto que aparecia em público com a Rainha: era governador de Madri, intendente do palácio, Ministro do Ultramar.
Tinha havido outros da guarda real que seguiam turno, segundo o capricho da Rainha. Com tudo isso, é óbvio que perdeu a popularidade. Em contraste, Luísa Fernanda e Montpensier produziam muito felizes grande quantidade de filhos.

Montpensier tinha intenções quanto ao trono, conspirava sem cessar para colocar nele a esposa. Por se meter em assuntos de Estado, terminou exilado várias vezes durante o instável reinado de Isabel. A rainha, após quatro décadas, foi afinal deposta pelo povo em 1868. A Revolução militar republicana de 17 de setembro de 1868 que os espanhóis chamaram La Gloriosa até pensara na Infanta Luísa para a coroa mas a Espanha se cansara da sorte instável do reino, de ter um monarca incapaz de restaurar a glória nacional. A vida de casada da Rainha era um desastre, alguns membros da família a combatiam abertamente. O seu foi um reino perturbado por intrigas, rumores de escândalos, perturbações civis, grande instabilidade política.

A família real foi exilada do país basco, onde veraneava, e depois para a França no final de setembro de 1868, protegidos por Eugênia de Montijo. Em Paris, radicaram-se Isabel II e seus filhos. Na atual Avenida Kleber número 19 ela comprou no mesmo ano a mansão que batizou "Palácio de Castela", antigo hotel particular do colecionador Basilewski, pagando cerca de dois milhões de francos. Ali se ergue o Hotel Majestic, comprado pelo Estado em 1939.

Renunciou ao trono em Paris em 25 de junho de 1870 em favor do filho, o príncipe das Astúrias. Durante sete anos a Espanha havia tentado achar um sucessor para os Bourbons afastados. Poucos príncipes europeus se arriscaram. No final, os próprios políticos que a exilaram foram vê-la em Paris. Isabel II não podia obter restauração, mas seu único filho parecia a escolha adequada. Entre 1870 -1873 quem reinou na Espanha foi Amadeu I, filho do rei da Itália, que foi forçado a abdicar. Em 1874 o Príncipe das Astúrias recebeu a oferta do trono vago da mãe, ao qual ascenderia como Afonso XII em 1875. Pela segunda vez em sete décadas os Bourbons eram restaurados.

Isabel, pouco popular na Espanha, continuou na França. Vivia em Paris com sua corte e seu favorito Marfori, antigo Ministro da Marinha, dando esplêndidas festas (nas quais se viu até o xá da Pérsia) e recebendo discretamente o marido, que pensionava. Viveu no final da vida com um sevilhano casado, José Ramiro de la Puente, capitão de artilharia, adido à embaixada espanhola. Quem geria a casa e sua vida era um belo judeu de origem húngara, José Haltmann.

Casamento
Foi casada no salão do trono do Palácio Real de Madrid em 10 de outubro de 1864 com seu primo o Infante Francisco de Assis de Bourbon, batizado Francisco de Assis Maria Fernando de Bourbon e Bourbon, Duque de Cádiz, que tinha 22 anos e era homossexual, nascera em Aranjuez em 13 de maio de 1822 e morreria em 16 de abril de 1902 em sua casa no campo, em Epinay-sur-Seine, na França.

Descendência

  1. Isabel (1851-1931)
  2. Maria Cristina (1854)
  3. Afonso XII (1857-1885)
  4. Maria da Conceição (1859-1861)
  5. Maria de Pilar (1861-1879)
  6. Maria da Paz (1862-1946)
  7. Francisco (1863)
  8. Maria Eulália (1864-1958)


Origem: Wikipédia

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Benção


"Que o caminho seja brando a teus pés, O vento sopre leve em teus ombros.Que o sol brilhe cálido sobre tua face, As chuvas caiam serenas em teus campos. E até que eu de novo te veja.... Que Deus te guarde na palma de Sua mão."
(Uma antiga bênção Irlandesa)
 
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