Margarida de Sabóia (Margherita Maria Teresa Giovanna di Savoia) nasceu em Turim em 20 de novembro de 1851 e faleceu em Bordighera a 4 de janeiro de 1926. Foi entre 1878 e 1900, rainha consorte do Reino da Itália, esposa do rei Umberto I de Itália, o segundo soberano da Itália unificada.
Margarida era filha de Fernando de Sabóia e de Maria Isabel da Saxônia, sendo prima de Umberto, com quem casou aos 16 anos. O casamento de Margarida e Umberto foi um acaso. O pai de Umberto, Vítor Emanuel II da Itália, já acertara o casamento do filho com Matilde Habsburgo-Lorena (1849-1867), filha de Alberto Frederico, arquiduque da Áustria. Porém, Matilde morreu queimada em 1867 num acidente.
Curiosidade
Em 1889, o pizzaiolo Raffaele Esposito, da casa Brandi de Nápoles, foi chamado para preparar uma pizza especial em homenagem ao rei Umberto I e à rainha Margarida. Raffaele apresentou três opções de pizza e Margarida escolheu uma receita que usava as cores da bandeira italiana (verde, vermelho e branco). A rainha gostou muito da pizza e Raffaele pediu a sua permissão para dar a essa pizza o nome Margherita, nome pelo qual a pizza é conhecida até hoje.
Fonte: Wikipédia
sábado, 10 de julho de 2010
Margarida de Sabóia, rainha da Itália
A casa de Sabóia - Itália

A Casa de Sabóia é uma família nobre européia e foi uma dinastia soberana, a família real de Sabóia (uma região que englobava partes do atual Piemonte, na Itália, e da atual Sabóia na França) e posteriormente, do reino da Sardenha e do reino da Itália. Os Sabóia inicialmente, foram soberanos de um condado a partir do século X, e detinham o título nobiliárquico de conde, sendo elevados a duques de Sabóia em 1416, mas continuaram a governar o mesmo território. Em 1720, Vitor Amadeu II, Duque de Sabóia tornou-se rei da Sardenha assim como a sua descendência. O seu descendente Vitor Emanuel II tornou-se o primeiro rei da Itália unificada em 1861.
A família di Savoia foi a proprietária do Santo Sudário entre 1453 e 1983. Habitaram vários palácios, que foram denominados como as antigas residências da Casa de Sabóia.
– As Residências da Casa de Sabóia são um conjunto de palácios italianos que estão classificados como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Entre estes encontram-se:
- Palazzo Carignano
- Castello di Govone
- Palazzo Madama e Casaforte degli Acaja
- Castello di Moncalieri
- Castello di Pollenzo
- Castello Reale di Racconigi
- Castello di Rivoli
- Palazzo Reale di Torino
- Palazzina di caccia di Stupinigi
- Reggia di Venaria Reale
- Teatro Regio di Torino
– Foram reis de Itália:
- Vitor Emanuel II da Itália (r. 1861-1878)
- Humberto I da Itália (r. 1878-1900)
- Vitor Emanuel III da Itália (r. 1900-1946)
- Humberto II da Itália (r. 1946)
Fonte: Wikipédia
sexta-feira, 9 de julho de 2010
A fuga de Luís XVI
A viagem, cheia de imprevistos, demora mais que o planejado, e a comitiva se detém no vilarejo de Varennes, onde o rei é reconhecido, obrigado a pernoitar na casa de um merceeiro e, na manhã do dia 22, forçado a voltar a Paris. Esse episódio nada heróico, sem turbulências, manifestações de massa, violência, sangue ou pavor foi, um dia fundamental na Revolução Francesa, um divisor de águas. Até então o rei era respeitado e representado como o protetor do povo contra a tirania dos senhores feudais.
Na verdade a Assembleia estava reunida para elaborar uma nova Constituição que lhe retirava muitos poderes, mas não se pensava em abolir a monarquia. O rei aceitava com relutância essas inovações, mas continuava sendo o "primeiro cidadão". Porém depois da fuga, dos disfarces e das mentiras, e da suspeita de que ele pretendia se unir a forças estrangeiras, tudo mudou.
A viagem de ida e volta a Varennes foi o primeiro passo dado pelo próprio rei para o fim do regime monárquico e para o cadafalso, onde sua cabeça rolaria 19 meses depois em 21 de janeiro de l793.Essa viagem representa uma fratura na história francesa e teve consequências indeléveis: destruiu a imagem do Luís XVI paternal, lança sobre o monarca a suspeita de traição ao povo, abre espaço para a ideia republicana e renova a turbulência revolucionária que desembocou no Terror.
do livro 'Varennes a morte da realeza' de Mona Ozouf
Castelo Bodiam
Arquitetura
Bodiam Castle é completamente rodeado por um fosso alimentado por um manancial de água, com acesso pelo Norte e pelo Sul. O castelo em si tem uma forma retangular, sendo mais longo na direcção Norte-Sul. Possui grandes torres redondas em cada um dos quatro cantos e uma torre quadrada defendendo o centro de cada lado. O poço do castelo fica localizado numa das torres dos cantos e a capela numa outra.
A portaria principal fica localizada no centro da parede Norte do quadrângulo, enquanto que a torre quadrada do Sul possui um portão traseiro. Ambas as portarias tinham longas pontes que permitiam a passagem sobre o fosso. Isto providenciava uma defesa adicional ao portão principal, por obrigar qualquer atacante que se aproximasse pela ponte a expôr-se às setas (e, nesta época, às armas de fogo) dos defensores colocados na torre Noroeste.
No interior das muralhas ficam as ruínas dos edifícios domésticos, que eram provavelmente muito grandes. Para a direita da torre posterior fica o Grande Hall do palácio. A maior parte do interior do castelo foi destruido pelas forças parlamentares durante a Guerra Civil Inglesa, seguindo a sua política de anulação das fortalezas potencialmente ameaçadoras.Bodiam Castle é um típico castelo do fim da era medieval, nos quais a atenção era colocada no conforto das áreas habitáveis, sendo duvidoso o seu valor como fortificação militar. Apesar de o fosso ser uma boa barreira, as muralhas do castelo são pouco grossas, e tem apenas uma linha de defesa. Quando foi construido, os primeiros canhões já estavam em uso, mas os castelos ainda tinham valor como base para as tropas, mesmo que estivessem de ficar mais vulneráveis ao ataque direto.
História
Na época da sua construção, a Inglaterra e a França combatiam na Guerra dos Cem Anos, que se disputava desde 1337. A costa Sul da Inglaterra, onde Bodiam seria construido, estava em constante ameaça de invasão por parte da França. O castelo defende o curso alto de um rio que era navegável até Rye, nos tempos medievais, quando os níveis do mar eram mais elevados. Nenhuma invasão foi levada a cabo e Bodiam Castle nunca se envolveu num cerco medieval. Ao longo dos séculos, desde que foi construido, o castelo foi possuido por uma sucessão de poderosas famílias do Sussex, incluindo a família Levett, em honra da qual o atual caminho em frente do castelo recebeu o nome. Depois da destruição de 1664, entrou em decadência até o século XX, a ponto de as suas pedras serem saqueadas pelos construtores locais.
No início do século XX, o castelo foi adquirido e restaurado por Lord Curzon, proprietário do Kedleston Hall e antigo Vice-Rei da Índia, que o legou por testamento ao "National Trust for Places of Historic Interest or Natural Beauty" (Instituto Nacional para Locais Históricos ou de Beleza Natural), em 1926.


Fonte: Wikipédia
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Murano, Itália

Descrita como uma ilha da Lagoa de Veneza de fato é um arquipélago de sete ilhas menores, das quais duas são artificiais (Sacca Serenella e Sacca San Mattia), unidas por pontes entre si. Tem aproximadamente 5500 habitantes e fica a somente 1 km de Veneza. Murano é um local famoso pelas obras em vidro, particularmente candeeiros. A princípio a ilha prosperou como porto pesqueiro e produção de sal.
Murano foi fundada pelos romanos, e desde o século VI foi habitada por gente procedente de Altino e Oderzo. A principio, a ilha prosperou como porto pesqueiro e graças à produção de sal. Era um centro de comércio. A partir do século XI a cidade começou a decair devido a muitos habitantes se mudarem para Dorsoduro. Tinham um grande poder local, como o de Veneza, desde o século XIII Murano foi governada por venezianos. Contrariamente a outras ilhas da lagoa, Murano cunhava as suas próprias moedas.
Em 1291, todos os cristaleiros de Veneza foram obrigados a mudar-se a Murano devido ao risco de incêndio, porque a esmagadora maioria dos edifícios de Veneza era construída em madeira. Durante o século XIV, as exportações começaram e a ilha ganhou fama, inicialmente pelo fabrico de missangas de cristal e de espelhos. O cristal aventurine foi inventado na ilha e, durante algum tempo, Murano chegou a ser o maior produtor de cristal da Europa. O arquipélago, mais tarde, ficou conhecido pelo fabrico de lustres. Embora tenha havido grande queda durante o século XVIII, a cristalaria continuou a ser a industria mais importante da ilha.No século XV, a cidade tornou-se popular como lugar de férias dos venezianos, e construiu-se um palácio, mas esta moda extinguiu-se depois. O campo da ilha era conhecido pelas suas árvores de frutas e jardins até ao século XIX, quando começaram a construir-se mais casas.
– As atrações da ilha são: - Igreja de Santa Maria e São Donato (imagem ao lado), conhecida pelos seus mosaicos bizantinos do século XII, e porque se diz que alberga os ossos de um dragão que matou São Donato;
- Igreja de São Pedro Mártir;
- Palácio da Mula.

As atrações relacionadas com o cristal incluem muitas obras neste material, algumas delas da época medieval, em espaços abertos ao público. Há um Museu do Cristal (Museo Vetrario) que se encontra no Palácio Giustinian.
Fonte: Wikipédia
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Francisco II, último imperador do sacro império romano germânico

Francisco I da Áustria ou Francisco I de Habsburgo-Lorena ou Francisco II do Sacro Império Romano Germânico nasceu na Toscana em 12 de fevereiro de 1768 e morreu em Viena a 2 de março de 1835. Foi o último imperador do Sacro Império Romano-Germânico, desintegrado em 1806, em consequência das derrotas austríacas nas guerras Napoleônicas.
Filho primogênito de Leopoldo II (1747-1792), imperador de 1790 a 1792, e de Maria Luísa de Bourbon (1745-1792), infanta de Espanha, filha do rei Carlos III (1716-1788) e da rainha Maria Amália da Saxônia (1724-1760); neto paterno da imperadora Maria Teresa de Habsburgo (1717-1780) chamada Maria Teresa, a Grande, e de seu marido Francisco Estêvão da Lorena (1708-1765) imperador do Sacro Império de 1745 a 1765.
Francisco II nasceu em Florença em 1758, e foi coroado imperador da Áustria em 1792 e em 1806, quando Napoleão pôs termo ao Sacro Império Romano Germânico, passou a ser Francisco I da Áustria. Apesar de sogro de Napoleão, pois com ele aceitou casar sua filha Maria Luísa, aliou-se à Inglaterra e à Rússia contra Napoleão. Unidos, derrotaram Napoleão em 1814 e, após o Congresso de Viena (1815), Francisco recobrou grande parte dos territórios perdidos.
– Casamentos e posteridade
Casou-se quatro vezes:
1º Casamento - 6 de janeiro de 1788, com Isabel Guilhermina Luísa de Württemberg (21 de abril de 1767 – 18 de fevereiro de 1790), teve uma filha:
- Ludovica (1790-1791), cedo morta.
2º Casamento - 5 de agosto de 1790, com a prima Maria Teresa da Sicília ou do Reino das Duas Sicílias (6 de junho de 1772 – 13 de abril de 1807), filha do rei Fernando I das Duas Sicílias e sua prima (ambos netos da imperatriz Maria Teresa), da qual teve 12 filhos. Apenas sete chegaram à idade adulta:
- Maria Luisa de Áustria, nascida em Viena em 1797 e morta em Parma 1847; esposa de Napoleão Bonaparte em 1810, depois do conde Alberto von Neipperg e em 1834 do conde Carlos Renato de Bombelles.
- Fernando I da Áustria, seu sucessor, nascido em 1793, imperador da Áustria de 1835 a 1848, que não teve filhos de Maria Ana da Sardenha e abdicou em nome do sobrinho Francisco José I.
- Maria Leopoldina, que se casou com Pedro I do Brasil.
- Maria Clementina (1798-1881), casada em 1816 com o tio Príncipe Leopoldo de Salerno ou das Duas Sicilias (filho do rei Fernando I das Duas Sicílias).
- Maria Carolina (1801-1832), que se casou em 1819 com o rei Frederico Augusto II de Saxe-Coburgo.
- Francisco Carlos (1802-1878), casado com Sofia da Baviera, cujo filho se tornaria Francisco José I da Áustria.
- Maria Ana (1804-1858) que nunca se casou.
3º Casamento - em 6 de Janeiro de 1808, casou com a prima Maria Ludovica d´Este ou de Áustria-Este (14 de dezembro de 1787 – 7 de abril de 1816)
– sem descendência.
4º Casamento - em 29 de outubro de 1816, casou com Carolina Carlota Augusta da Baviera (8 de fevereiro de 1792 – 9 de fevereiro de 1873)
– sem descendência.
Fonte: Wikipédia
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Família Visconti, em Milão
Família que governou Milão entre 1277 e 1447. Seu nome vem provavelmente hereditariamente a partir do século XI. Embora o rei afirmava descender de um lombardo (o povo germânico que se estabeleceu no norte da Itália para derrubar o Império Romano), parece que eles eram uma família da pequena nobreza, com propriedades na área do Lago Como e Lago Maggiore , que tomou o poder a partir de Ottone Visconti (1207-1295), arcebispo de Milão, que enfrentou a família dominante da cidade, Della Torre. (imagem de Ottone Visconti)
Depois de 1277 assumiu o poder temporal o transferiu para o seu sobrinho-neto Mateus I (1250-1322). Iste foi reconhecido mestre de Milão e vigário da Germânia na cidade, e sob esse título estendeu seu poder pelo território circundante, superando a oposição do Papa João XXII.
Em 1322 ele abdicou para seu filho Galeazzo I (c. 1277-1328), que continuou a expansão territorial e a consolidação da dinastia, o estabelecimento de alianças de casamento com outros príncipes da Itália, França e Alemanha. Ele foi sucedido por seu filho Azzo (1302-1339) e seus irmãos Luchino (1292-1349) e Giovanni (1290-1354). Este último, que também era bispo de Milão, legou a um triunvirato de seus sobrinhos:
- Mateus II (c. 1319-1955),
- Barnabé (1323-1385) e
- Galeazzo II (c. 1321-1378).
A morte do primeiro, os outros dois dividiram o território, mantendo:
- Bernabé Oriental cerca de Milão,
- Galeazzo e ocidental, em torno de Pavia.
Essas cidades universitárias estabelecidas e protegidas dos artistas e intelectuais.
O filho e sucessor de Galeazo II, Gian Galeazzo (1351-1402) fez a guerra contra o seu tio e pai de Bernabé, derrubou e capturou e reuniu o patrimônio dos Visconti em 1385. Instalado novamente em Milão, entre 1387 e 1401 conquistou Vicenza, Verona, Pádua, Pisa, Siena, Perugia, Bolonha e Lucca, formando um conglomerado territorial extenso no norte da Itália. Consolidou estes ganhos, centralizou a administração e promoveu a indústria e as artes (ele construiu a catedral de Milão). O imperador reconheceu em 1395 o título hereditário de Duque, e constituiu os estados do Visconti como o Ducado de Milão.Com Gian Galeazzo Visconti, a família chegou ao seu pico, e no reinado de seu filho Giovanni Maria (1388-1412) perdeu muito de suas conquistas anteriores. Ele foi assassinado em uma conspiração e foi sucedido por seu irmão Filippo Maria (1392-1447). Ele recuperou o controle de algumas cidades, contando com a ajuda das tropas de alguns Condottieri principais (chefes mercenários): em primeiro lugar dos Facino Cane, que se casou com a viúva, e depois os de Francesco Sforza, casado com sua única irmã. Apontado como herdeiro Alfonso V o Magnânimo de Aragão. Mas Sforza não respeitou seu último desejo e, após a morte de seu irmão, impôs seu poder na cidade, mantendo a independência do Ducado de Milão, mas sob a nova dinastia dos – Sforza.
Fonte: Biografia da Familia Visconti
Benção
"Que o caminho seja brando a teus pés, O vento sopre leve em teus ombros.Que o sol brilhe cálido sobre tua face, As chuvas caiam serenas em teus campos. E até que eu de novo te veja.... Que Deus te guarde na palma de Sua mão."
(Uma antiga bênção Irlandesa)





